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O Nogueirão é apenas a consequência

O problema do futebol de Mossoró não é o Estádio Manoel Leonardo Nogueira, o Nogueirão. A praça de esporte, na verdade, sofre apenas as consequências. Credite a crise aos dois clubes profissionais, Potiguar e Baraúnas. Frágeis, vivendo enorme dificuldade financeira e de estrutura, alvirrubros e tricolores deixaram de oferecer o suporte necessário ao Nogueirão.

Por gravidade, o estádio foi sendo abandonado, a ponto de sua estrutura hoje não oferecer as mínimas condições para a prática do futebol.

É preciso fazer o diagnóstico correto para não aceitar a ideia de que o Nogueirão de pé resolve o problema do nosso futebol. Não resolve. A raiz da crise está na dupla Potiba, que sofre pelos repetidos erros cometidos nos últimos anos, por completa falta de capacidade de gerenciamento de seus dirigentes.

Não vai daqui a crítica gratuita a este ou aquele presidente, mas, sim, o diagnóstico de um cenário aterrador. E sem perspectivas, num olhar desesperançoso.

Faz bem reconhecer que as pessoas que estão à frente de Potiguar e Baraúnas são bem intencionadas, mas não têm o perfil de dirigente de futebol, logo, sem a devida capacidade para conduzir os clubes.

Na verdade, são desportistas apaixonados que procuram, ao seu modo, oferecer algum tipo de colaboração, porém, acabam atrapalhando mais do que ajudando.

O resultado do amadorismo é visto a cada jogo, quando Baraúnas e Potiguar entram em campo.

No último domingo, para enfrentar o Campinense pelo Campeonato Brasileiro da Série D, o Baraúnas não tinha dinheiro nem para pagar a arbitragem, e a partida foi iniciada com 30 minutos de atraso devido a falta de estrutura mínima para garantir a segurança do espetáculo.

Durante a semana, os jogadores fizeram greve porque não haviam recebido sequer um mês de salário.

Pois bem.

O futebol deve ser visto de forma profissional, como empresa, que precisa ter planejamento, principalmente sob o ponto de vista financeiro, que é o que conduz uma instituição, seja no futebol ou em qualquer outro segmento. Enquanto Potiguar e Baraúnas não despertarem para essa realidade, não é possível acreditar que o futebol de Mossoró deixe o fundo do poço.

Por gravidade, todos os segmentos que orbitam ao seu redor, também são penalizados. É aí que entra o Nogueirão. Pouco adiantará a sua municipalização, permuta ou qualquer outra medida, se não existirem os verdadeiros protagonistas do futebol, no caso Potiguar e Baraúnas.

E, sejamos honestos, não vamos transferir essa responsabilidade para o poder público.

 

Marina Silva não é uma ‘onda’

A pesquisa Datafolha que revela o empate entre Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB), ambas com 34% da intenção de votos, deixa claro que a ex-ministra de Lula não é uma “onda” provocada pela comoção da morte trágica de Eduardo Campos. A sondagem mostra que Marina assumiu o perfil de mudança desejado pelos brasileiros, coisa que Aécio Neves (PSDB), agora na terceira posição com 15%, não conseguiu ser. E mais: a vantagem 10 pontos de Marina sobre Dilma num eventual segundo turno, confirma a tendência de mudança. Se vai se concretizar, só urnas poderão responder.

 

Nada contra os ‘palhaços’

Especialistas em direito eleitoral condenam os candidatos que usam a propaganda no rádio e na televisão para fazer “gracinhas”, como é o caso do palhaço-deputado Tiririca e outras figuras caricatas. Na opinião deles, esses candidatos estão gastando o dinheiro público, que banca o horário “gratuito”. Certo. Agora, os candidatos que mentem para enganar o eleitor também não estão sendo pagos com nosso dinheirinho?

 

Ex-funcionários do Bandern à deriva

No próximo dia 20 completa 24 anos da liquidação do Bandern. Até aqui o Governo do RN não resolveu a vida dos 240 ex-funcionários. Eles foram distribuídos em outras repartições, mas sem os devidos benefícios. Com isso, correm o risco de se aposentarem com salários baixíssimos, porque o processo não incorpora as gratificações. A saída é o governo fazer o enquadramento na Tributação, reivindicado pela categoria, mas ignorada até aqui.

 

Auditoria

O prefeito Silveira Júnior (PSD) deve apresentar nesta semana o resultado da auditoria feita na folha de pessoal do município de Mossoró. Trabalho realizado pela equipe técnica da Uern.

 

Está em dia

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Francisco Carlos (PV), nega que o aluguel da sede do legislativo esteja atrasado e desmente a ameaça de despejo. O Câmara paga uma nota de R$ 20 mil/mês para ocupar o antigo Hotel Esperança, no centro da cidade.

 

Finecap 2014

A edição 2014 da Feira de Negócio, Educação, Cultural e Turismo de Pau dos Ferros (FINECAP) vai valorizar o potencial econômico da região do Alto Oeste, sem abrir mãos dos valores culturais e as suas raízes. A proposta deve ampliar o alcance da feira e os seus objetivos. A Finecap será realizada entre os dias 4 e 7 de setembro.

 

Segue

Na parte cultura a Finecap apresenta atrações como show de humor de Zé Lezin, os sanfoneiros consagrados Waldonys e Dorgival Dantas, Os Nonatos, Luan, entre outros.

 

Água

O Governo do Estado vai analisar a possibilidade de reduzir a carga tributária na água mineral, para seguir a planilha de impostos que já é aplicada em outros estados. O consumidor, que paga a conta final, será beneficiado.

 

Biometria

A Prefeitura de Mossoró vai assinar convênio com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RN) para usar o sistema de biometria no processo de recadastramento dos servidores. O trabalho será iniciado ainda em 2014.

 

É NOTÍCIA

1 – Chega convite para o bate papo com o escritor Lira Neto, autor da trilogia sobre Getúlio Vargas, dentro da Feira do Livro de Mossoró. Infelizmente, compromisso no Sul do País impede a nossa presença.

2 – O médico Dix-sept Rosado Sobrinho participa do Curso de Atualização em Pediatria, que será aberto nesta segunda-feira, em Fortaleza. Organizado Sociedade Cearense de Pediatria.

3 – A UFRN vai ouvir os candidatos a governador do Rio Grande do Norte, entre os dias 8 e 10 de setembro. O lero-lero vai rolar em torno da saúde, educação, segurança pública, social.

4 – O Jornal da Globo inicia amanhã a série de entrevistas com os candidatos a presidente da República. Marina Silva (PSB) é a primeira a ser sabatinada por William Waack e Cristiane Pelajo.

5 – Segundo o Detran-RN, somente nos primeiros seis meses de 2014, foram atuados 1.705 motoristas por excesso de alcool no volante. A média é de 284 multas por mês. Isso somente em Natal.

 

FRASE

“Quero agradecer ao torcedor que fez a doação de uma fardo de macarrão.”

JOSIRENE – Vice-presidente do Baraúnas, expondo como o clube sobrevive


Postado às 03h10 Artigo Nenhum comentário Enviar por e-mail

(*) Flávio Rezende

Tenho dito em conversas pessoais que a grande revolução que vai acontecer em nosso planeta, será a vinda dos seres extraterrestres.

Tudo que já acontece não consegue mais sensibilizar e nem provocar grandes mudanças por aqui. Já nos acostumamos com crimes violentos, sistemas políticos diversos, mudanças de comportamento, estações climáticas e tudo já foi devidamente processado, queira ou não queira as indignações e rejeições a determinadas coisas não tem força para provocar mudanças, então seguimos tendo que assistir periodicamente todas as coisas, apenas mudando de cenário, de sistemas ou de pessoas, mas como dizem por ai, tudo como dantes no quartel de Abrantes.

E em algumas ocasiões, quando cito que a grande onda vai ser essa vinda dos caras que ainda não conhecemos ao vivo e a cores, alguns interlocutores questionam o motivo deles ainda não estarem interagindo por aqui.

Como não tenho fontes no além e as canalizações e mensagens mediúnicas ou afins disponíveis por ai podem ser questionáveis e algumas amalucadas,     tenho minhas próprias teorias que, claro, não tem nenhum embasamento real, sendo apenas viagens mentais que faço e que compartilho agora com vocês.

Se eles, os extras, chegarem aqui um dia, fica patente que tem superioridade sobre nós, que apesar de espionarmos o cosmos, não conseguimos enxergar nada muito além das estrelas que brilham e dos astros que vagueiam.

Não sei o tipo de superioridade. Se moral, não nos incomodarão, certamente vão querer explicar como as coisas são por ai e dissipar esse véu da ignorância que nos persegue e que nos incomoda por tanto tempo.

Se forem malvados, vão querer nos dominar, roubar coisas de nossa natureza e, quem sabe, nos aprisionar ou detonar tudo de uma lapada só.

Bem, então o que impede eles de se aproximarem? Na minha visão, eles são do bem e tem uma alta sensibilidade. Nosso planeta, que dizem ser do tipo “expiação”, gera muita energia negativa e isso fica como a nossa aura.

Quando eles se aproximam pelo alto, sentem logo aquela carga pesada, a energia deletéria, ficando impossível a permanência deles num ambiente assim, até mesmo pelo fato de que essa energia muito negativa pode contaminar os extras e eles adoecerem ou até mesmo caírem em nossa malha do mal e ficarem com vontade de sair por ai falando mal dos outros, subtraindo objetos, desviando recursos e outros babados mais.

Algumas informações espirituais dizem justamente que lá em nossa origem éramos anjos, que decaímos e que nessa vinda para este pedaço do universo, entramos nesta roda e dificilmente sairemos daqui, pois nos enredamos nessas picuinhas e vamos contraindo cada vez mais débitos (karma).

Então almas boas, se minha tese for verdade, ou melhoramos individualmente, colaborando para que coletivamente possamos passar a gerar uma energia mais positiva, nos habilitando assim a integrar a comunidade cósmica universal, ou vamos continuar por aqui indo e voltando do material para o umbral ou para algum lugar mais ou até menos, num vai e vem sem fim, podendo até, segundo alguns, regredir e voltar a habitar mundos bem mais complicados.

Não sei se tudo isso é um pensamento sem eira e nem beira, mas por via das dúvidas, procuro seguir o que alguns mestres andaram dizendo, que colaborar com essa boa energia é necessário e que fazer o bem sem olhar a quem e amar a todos e servir a todos é fundamental.

Faça muito, faça médio ou faça pouco, mas faça algum bem para que possamos sair desse ciclo repetitivo de nascimentos e mortes e poder junto a nossos amigos mais adiantados, celebrar a obra divina com todo o amor que nela existe e que só pode ser acessado com um corpo material devidamente purificado e energizado com as boas práticas já devidamente divulgadas por aqui.

(*) Flávio Rezende é jornalista e ativista em Natal


Postado às 03h07 Artigo Nenhum comentário Enviar por e-mail

(*) Ricardo Tripoli

Há uma clara falta de sintonia entre a classe científica e a população brasileira em termos de proteção animal. E essa dissociação não se reflete nas propostas que tramitam no Congresso Nacional.

Nas duas casas legislativas há projetos de lei para acabar com os maus tratos cometidos em animais e punir tais ações. A aprovação de matérias que aprimoram a legislação representa um ótimo começo nessa enxurrada de demandas e cobranças que presenciamos no dia a dia.

A busca por métodos alternativos em substituição ao uso de animais em experimentos científicos é uma demanda urgente e crescente. Inclusive, o tema foi debatido pela primeira vez na história do Parlamento. No mês passado houve audiência pública na Câmara com a presença de especialistas e acadêmicos.

Na ocasião, cientistas de áreas e linhas de atuação distintas, por mais tempo que tiveram, não conseguiram convencer os presentes sobre a real eficácia das pesquisas envolvendo animais. Muito embora eles entendam que os métodos substitutivos podem representar uma alternativa, imperam divergências anacrônicas.

Alguns participantes até divergiram quanto à substituição de animais por outras soluções alternativas. Mas houve consenso quando o assunto foi a total falta de investimentos que ampliem as pesquisas com métodos substitutivos nas áreas de ciência e tecnologia. E com razão.

Infelizmente, não há políticas públicas efetivas e adequadas por parte do governo federal para o financiamento de pesquisa nesse sentido. Políticas de investimentos são cruciais e determinam o caminho da inovação científica e tecnológica de um país.

Quem utiliza animais em testes científicos é quem acredita que depende deles em suas pesquisas. E para tentar compreender essa esquizofrenia, é necessária uma avaliação imparcial dos modelos de pesquisa existentes. Levando em consideração, inclusive, as novas tecnologias.

Inúmeros artigos científicos assinados por acadêmicos atentam para a revisão crítica desse modelo arcaico. Todos são unânimes em afirmar que animais não podem ser utilizados como meros tubos de ensaio.

O uso de animais em pesquisas é uma tradição démodé que insiste em se perpetuar nos ideais de alguns representantes da comunidade científica. Sua manutenção é um prejuízo enorme no desenvolvimento de novas alternativas.

Dados sobre pesquisas com animais realizadas hoje no país ainda são escassos, desconhecidos pelo próprio governo ou mantidos em sigilo. Só um terço das instituições autorizadas têm suas pesquisas divulgadas oficialmente, e apenas 4% delas buscam alternativas a esses métodos.

Até mesmo dentro do governo essa prática retrógrada é questionada. No mês passado, por exemplo, um membro do Conselho Nacional de Controle da Experimentação Animal declarou publicamente que 75% das pesquisas realizadas com animais no Brasil deveriam ir para a “lata do lixo”.

Diante disso, é leviano afirmar que animais foram responsáveis pelos avanços no campo da medicina humana. Não há evidências históricas claras e óbvias na relação entre avanços nas condições de saúde humana e experimentação animal.

Do ponto de vista prático, é sabido que os animais são cobaias ineficientes. Cerca de 92% dos “trabalhos” com vivissecção (dissecar o animal vivo) são irrelevantes. Após serem submetidos aos testes e os efeitos em seres humanos serem revelados, os resultados são selecionados e divulgados de maneira conveniente e parcial. Algo tendencioso e preocupante.

Os brasileiros também desaprovam os testes e são favoráveis às leis de proteção animal. 95% da população concordam com medidas para punir quem maltrata animais. Outros 66% apoiam uma possível proibição nacional dos testes em animais.

Proteção animal e ciência devem andar juntas. O que se faz hoje no Brasil, em certos lugares, é crime. Verdadeiro holocausto contra os animais! É possível, sim, eliminar as pesquisas que sacrificam animais sem prejuízo à ciência.

(*) Ricardo Tripoli é deputado federal (PSDB-SP), presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados. Artigo publicado no portal UOL.  


Postado às 03h03 Artigo Nenhum comentário Enviar por e-mail

(*) Andrea Maria Linhares

Com relação aos movimentos de julho de 2013, não via, como não vejo, nenhuma dúvida quanto às motivações sociais gerais associadas à sua ocorrência. Insatisfação me parece um termo geral capaz de definir, diagnosticar o processo de “desordem social” verificado no país há cerca de um ano.

Insatisfação com políticas que não funcionam a contento, não chegam, de fato, à ponta final: o cidadão.

Políticas e ações que falham quer por falta de capacidade de planejamento, quer pelo elevado padrão de corrupção, quer pelo fato de serem implementadas sobre estruturas burocráticas e administrativas corrompidas pela corrupção e pelo modelo de rotatividade de quadros e direcionamentos baseado nas ações de patronagem (troca de cargos em troca de apoio político) e não com base em critérios de racionalidade administrativa como mérito e planejamento.

Insatisfação geral com a ineficiência de governos em todos os níveis no que diz respeito às suas funções de prestadores dos serviços públicos fundamentais nas áreas de saúde, educação e segurança, com suas deficiências estruturais e largos estratos dos quadros administrativo e burocrático em grande medida comprometidos tão somente com a visão de que o público, a máquina pública é quem deve lhes servir, e não o contrário.

Insatisfação com o funcionamento de nossas instituições políticas que na prática não cooperam, não instrumentalizam o Estado a promover desenvolvimento e onde seus agentes, nossos representantes políticos, não conseguem extrapolar minimamente as reais e necessárias funções de sobrevivência política e eleitoral num cenário cada vez mais competitivo.

Insatisfação geral com a política e as instituições representativas, sobretudo partidos e parlamentos. Insatisfação com o quadro de representantes que imersos na lógica geral delineada acima, nada fazem para mudar as condições ou padrão geral de atuação, definido pelas regras formais e informais de funcionamento do atual sistema político. Enfim, insatisfação geral!

Retornando agora à questão inicialmente levantada, em minha visão, portanto, a grande questão de fundo não estava necessariamente nas causas associadas aos protestos, mas sim em suas possíveis conseqüências: Que partido poderia capitalizar essa onda de insatisfação social, na medida em que eles próprios estavam entre os alvos de insatisfação?

Que liderança política seria capaz de galvanizar os sentimentos e efeitos sob a forma de um discurso convincente, plausivelmente “comprometido”, capaz de viabilizar as transformações reclamadas? Sobre quem repousaria o talvez último sentimento de confiança da sociedade brasileira dos próximos tempos?

Até cerca de um mês achava que não haveria ninguém para trazer à tona o desejo de mudança gerado pela insatisfação de junho de 2013. Hoje parecemos ter um nome, e ele se chama Marina Silva. Pelo menos é o que as mais recentes pesquisas e sondagens eleitorais vêm captando. E mais uma vez o Brasil vem mostrando tendências de opção pelo personalismo. Marina Silva se converte em depósito dos anseios por mudanças, o que a candidata sintetiza em seu discurso sob a expressão “nova política”. Algo que na prática, até então, está mais para ideal abstrato do que propriamente para proposta de governo, convenhamos.

A entrada da candidata não apenas despolariza a disputa, destruindo o receituário traçado pelos marqueteiros dos dois principais candidatos. Acaba com a básica tática discursiva de “candidato dos pobres versus candidato dos ricos”. Os marqueteiros do governo terão que produzir outras estratégias para atuar contra Marina Silva. Inclusive valendo lembrar que se há algum candidato genuinamente ligado às classes populares esse alguém é Marina, apesar de sua plataforma em defesa do ambientalismo e sustentabilidade atrair setores das classes médias.

Mulher, negra, evangélica, de origem popular e com plataforma que agrega interesses e valores dos segmentos médios da sociedade brasileira. Ah, e sem “telhado de vidro”, pelo fato de não ter exercido nenhum cargo executivo a frente de governos. Combinação de alto poder destrutivo para Dilma e Aécio.

O que os adversários possam vir a tratar como “xiitismo” em Marina, talvez seja para o eleitor exatamente a tradução da sinceridade e autenticidade reclamada dos quadros tradicionais.

O que os adversários possam vir a enquadrar como conservadorismo pode ser traduzido como um chamado à estabilidade e defesa de posições e valores tradicionais perdidos pela avalanche de transformações morais e culturais dos últimos tempos.

O que os adversários qualificarem como “risco”, pode ser entendido como possibilidade real de mudança.

Medo de mudança?  Ué mas não é Marina a conservadora? Que grande confusão! Quem tem medo de mudanças? Nossos candidatos progressistas? A entrada de Marina Silva desconstrói o cenário até então estabelecido. Com justeza tem sido tratada por “furacão Marina”!

A candidata tende a produzir ainda efeitos em outros campos: o contra ataque à sua entrada poderia produzir novos (re)alinhamentos partidários no sistema? A competição poderia obrigar seus adversários a investirem efetivamente na formulação de propostas de políticas mais bem elaboradas e eficientes para o país?

Enfim, o que se pode dizer até aqui é que a candidata entra forte no vácuo da crise de governos, partidos e instituições e até aqui não parece importar ao eleitor as incongruências inerentes a seu compromisso com uma abstrata noção de “nova política”, com sua instabilidade no que diz respeito à definição partidária e composição de alianças e prováveis coalizões. Não importa se, na prática, a tal da vontade política constitui apenas, e no máximo, um componente possível da ação política. E daí? quem disse que a decisão do voto é necessariamente um ato racional?

O que se pode desejar então, é que a despolarização e o acirramento da competição possam produzir efeitos práticos interessantes para o eleitor, para a sociedade brasileira. Vamos então acompanhar no que vai dar tudo isso que a imprensa vem tratando por “furacão Marina”.

Não custa lembrar que outros furacões já sacudiram a vida política brasileira. Mas não se mostraram sustentáveis.

(*) Andrea Maria Linhares Costa é Prof. Depto de Ciências  Sociais – UERN


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(*) Elviro Rebouças

A sucessão presidencial corria lenta, e sem entusiasmo, com o jovem ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, neto de Miguel Arraes, alcançando modestos 9 a 10% de intenção de votos, e estando fadado a uma terceira colocação, sendo dúvida, apenas, se na sua agregação aos demais candidatos, acima dele o outro neto, o do saudoso ex-presidente Tancredo, Senador mineiro Aécio Neves, haveria um segundo turno da eleição, já que a presidente Dilma Rouseff ostentava números até então olímpicos ao pleito.

Eduardo parecia conformando com a sua performance, ele que era pouco conhecido nas regiões Sul, Centro-Oeste e Norte, faria uma pregação no horário eleitoral, tentando melhorou a visibilidade e se credenciar a futuras  jornadas políticas.

No 13 de agosto de 2014 fatídico, e o mês de agosto no Brasil tem muito a ver com tragédias políticas (o suicídio de Getúlio, a renúncia de Jânio, a  brutal morte de Juscelino), ao morrer no desastre em Santos-SP., o promissor , notável e pranteado  Eduardo Campos fazia lembrar uma velha máxima de que “Morrem uns, para dar vida a outros”.

Estava catapultada a figura até então coadjuvante da ex-seringueira, ex-vereadora de Rio Branco, ex-deputada estadual e ex-senadora da república pelo Estado do Acre, e ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, versão feminina franciscana, de Maria Osmarina Marina Silva Vaz de Lima, 56 anos de idade, defensora intransigente das causas ambientais, que havia tentando fundar, sem sucesso, um partido político, a Rede, que disputara em 2010 a presidência da república, pelo PV, obtendo surpreendentes 19,33 % dos votos válidos no primeiro turno, contando com a confiança de mais de 19 milhões de brasileiros.

Ela que, na sua simplicidade, havia aceito a indicação de companheira de chapa do pernambucano.

Passada a comoção nacional do desaparecimento do jovem Eduardo Campos, e procedida a substituição deste na chapa do PSB por Marina Silva (Presidente) e o gaúcho Beto Albuquerque (Vice), todas as pesquisas publicadas, ou aquelas procedidas para consumo interno dos variados partidos, convergem milimetricamente. Marina Silva está bem próximo de Dilma, ultrapassando, com sobras, a Aécio Neves, isto a menos de 40 dias das eleições.

Pelas pesquisas, na verificação do resultado de um já bastante certo segundo turno, a candidata Marina Silva se sobrepõe à presidente atual, vencendo-a entre seis a oito pontos de diferença, embora ainda esteja aparecendo em segundo lugar nas pesquisas hoje para o primeiro turno, com sangria torrencial para o candidato do PSDB e perdas incontroladas para a candidata do PT.

A entrada em cena da candidata Marina Silva com ares de favorita tornou a campanha eleitoral mais aberta e franca por parte dela e do candidato do PSDB Aécio Neves. É natural, os dois disputam o mesmo espaço, isto é, a possibilidade de derrotar a presidente Dilma no segundo turno. O próprio Eduardo Campos achava que quem fosse ao segundo turno contra a presidente venceria as eleições, diante do clamor da sociedade por mudanças.

Chegou até mesmo a imaginar um segundo turno entre PSB e PSDB, candidatos de perfis semelhantes que chegaram a vislumbrar uma parceria. Cenário que ficou impossível com a chegada em cena de Marina Silva, uma oposicionista de outro calibre, que exasperou a disputa. Aécio foi o mais atingido pelo surgimento de uma candidatura nova na área da oposição, pois está tendo que mudar o ritmo de sua campanha em plena corrida.

Com Campos na disputa, teria tempo para apresentar-se ao eleitor, pois o adversário também teria que se apresentar. Agora, ao mesmo tempo em que se torna mais conhecido, vai subindo o tom para entrar na disputa com uma candidata que foi poupada em toda a primeira parte da campanha e chegou a ela já com índices vigorosos.

A presidente Dilma não pode fazer mais do que tentar convencer o eleitorado de que o país não está tão ruim quanto seus adversários dizem. O problema dela, e por isso tem tido um sucesso relativo, é que os eleitores-espectadores sabem o dia a dia que vivem, e não é um filmete publicitário que vai mudar suas opiniões.

Fora Marina Silva, essa verdadeira tsunami (furacão), mas isto não é novidade para você que vem acompanhando sempre as minhas modestas análises econômicas, meu caro leitor, é saber que o Brasil entrou em recessão técnica, com um PIB – Produto Interno Bruto – encolhendo 0,6 % no segundo trimestre deste ano, em relação ao primeiro trimestre, e caindo 0,9% em relação ao segundo trimestre do ano de 2013, agora pela própria confirmação oficial do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. É péssimo para todos nós.

O que dirá o governo central?

(*) Elviro Rebouças é empresário e economista


Postado às 09h38 Gerais Nenhum comentário Enviar por e-mail

Em audiência realizada na tarde desta sexta-feira (29), a governadora Rosalba Ciarlini recebeu o presidente da Federação da Indústria do Rio Grande do Norte (FIERN), Amaro Sales, e Djalma Barbosa, representante do Sindicato das Indústrias de Bebidas e Águas Minerais do RN (Sincramirn), para deliberar sobre a possibilidade de redução da alíquota incidente sobre o produto.

Uma nova reunião será marcada após o Sincramirn elaborar um documento com o detalhamento dos impostos, já registrado em outros estados brasileiros. Em seguida, a planilha será analisada pela Sedec e pela Secretaria de Estado da Tributação.

Em visita ao Distrito Industrial de Macaíba, a Governadora visitou algumas companhias beneficiadas pelo Proadi, o principal programa de incentivo fiscal do Governo do RN, como é o caso da Pipoca Bokus, que recebe 75% de abatimento no ICMS. O incentivo significou a consequente instalação da filial no RN, que também é beneficiada pelo Pró-Gás.

Além disso, os investimentos para fomentar o crescimento das indústrias ganharam mais um reforço como o início do esgotamento sanitário de Macaíba. A obra, iniciada há uma semana pela Caern, terá investimentos de R$ 2,1 milhões e beneficiará 21 empresas do Distrito, um benefício esperado há 18 anos pelos empresários.

A reunião teve a participação também do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Sílvio Torquato e Valmir Marques, diretor de estratégia de articulação da Sedec.


Postado às 09h28 Eleições 2014 Nenhum comentário Enviar por e-mail
 Do portal de notícias G1
Marina Silva e o candidato a vice, deputado Beto Albuquerque, durante lançamento do programa de governo da candidata a presidente pelo PSB (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)
Marina Silva e o candidato a vice, Beto Albuquerque (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

 

O programa de governo apresentado nesta sexta-feira (29) pela candidata do PSB à Presidência, Marina Silva, afirma que, se eleita, a ex-senadora apoiará a aprovação de propostas que tramitam no Congresso Nacional para garantir o casamento civil igualitário, que permite a união entre pessoas do mesmo sexo.

Atualmente, uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle externo das atividades do Judiciário, obrigou todos os cartórios do país a cumprirem a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de maio de 2011, de realizar a união estável de casais do mesmo sexo. Além disso, obrigou a conversão da união em casamento e também a realização direta de casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Porém, não há nenhuma lei no país que regulamente o assunto.

Com 242 páginas, o programa de governo de Marina está dividido em seis eixos principais. Na parte que trata sobre Cidadania, a candidata do PSBx ao Palácio do Planalto detalhou propostas de combate ao preconceito contra o segmento LGBT. Ao destacar sugestões, o programa diz que a candidata apoiará a aprovação do casamento homossexual no Legislativo.

“Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil”, diz o conjunto de propostas do PSB para a disputa presidencial.

Apoiar propostas em defesa do casamento civil igualitário, com vistas à aprovação dos projetos de lei e da emenda constitucional em tramitação, que garantem o direito ao casamento igualitário na Constituição e no Código Civil”
Trecho do programa de governo de MarinaSilva que trata de propostas para o segmento LGBT

Ao ser questionada no evento partidário sobre se apoiaria projetos de lei que garantam o direito de casamento entre pessoas do mesmo sexo, Marina Silva disse respeitar e defender o Estado Laico e afirmou que, como presidente, terá o compromisso de assegurar direitos civis para “todas as pessoas”.

“O nosso compromisso é que os direitos civis das pessoas sejam respeitadas. Queremos o respeito através do Estado laico tanto para os que creem quanto os que não creem. As pessoas têm sua liberdade individual e essa liberdade individual deve ser respeitada”, disse.

Marina completou dizendo ter “a clareza e a defesa do Estado laico”. “O Estado laico é uma contribuição dos cristãos protestantes, que durante muito tempo foram perseguidos. É uma proteção dos que não creem, para que não lhes seja imposto credo religioso. E dos que creem, para que possam professar sua fé”, completou.

A socióloga Neca Setúbal, umas das coordenadoras do programa de governo do PSB, destacou que uma eventual gestão da ex-senadora terá o compromisso de garantir todos os direitos civis aos homossexuais.

“Nosso compromisso é com o combate radical ao preconceito contra a comunidade LGBT. Vamos defender os direitos dessa população. Direito à saúde, oportunidades e direitos civis da população LGBT”, anunciou Neca, gerando aplausos da plateia.


Postado às 08h00 política Nenhum comentário Enviar por e-mail

A Câmara Municipal de Mossoró vem, de público, reconhecer o valor e a importância da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte não apenas para Mossoró, mas para todo o Estado.

Há 46 anos, a Instituição contribui para o desenvolvimento do interior do Rio Grande do Norte, formando profissionais em mais de 80 cursos nos 17 municípios nos quais está presente, com uma vocação especial para a formação de professores, mas contribuindo também em outras áreas, como medicina, odontologia, direito, enfermagem, economia, comunicação, entre outras.

A avaliação dessa instituição é feita não apenas pelos altos índices alcançados pelos cursos e seus egressos nas avaliações do Ministério da Educação, mas principalmente, pela competência dos profissionais ali formados, desde o professor das séries iniciais até os gestores de vários municípios do Rio Grande do Norte. Pelo próprio plenário da Câmara, vários edis, ao longo da história, deram sua contribuição ao município a partir dos conhecimentos adquiridos nos bancos da UERN.

Em parceria com a Universidade, a Câmara Municipal de Mossoró colocou em prática várias atividades, e se prepara para mais uma que irá resgatar a história da política mossoroense, baseada em uma pesquisa séria, tomando como base a documentação arquivada no Poder Legislativo.

Em momento algum a Câmara Municipal põe em dúvida o valor e a competência da Instituição UERN, ao contrário, se coloca à disposição para contribuir com a Universidade. Esse é sentimento compartilhado pelos 21 vereadores que compõem a 17ª Legislatura da Câmara Municipal de Mossoró.

 

Francisco Carlos Carvalho de Melo

Presidente


Postado às 05h03 Coluna Nenhum comentário Enviar por e-mail

Números do IBGE fora da realidade

 Você, leitor, acredita que o município de Baraúna, vivendo o pior momento da sua história com o entra-e-sai de prefeito (são 14 mudanças em 11 meses), ganhou novos habitantes nesse período de extrema turbulência?

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), sim.

Pesquisa publicada pelo órgão revela que Baraúna ganhou 452 novos moradores entre 2013 e 2014.

Observe que esse crescimento populacional se deu no espaço de tempo que os próprios moradores do município, em grande escala, desejavam sair da cidade por não suportar a crise político-administrativa; daí, sem querer colocar sob suspeita o trabalho do IBGE, é difícil acreditar na soma dos números.

E, certamente, nenhum habitante de Baraúna acredita na chegada de novos “conterrâneos”, mesmo levando em consideração a presença da fábrica de cimento da Mizu, que há dois ou três anos emprega gente.

Quem sabe, o IBGE não encontrou moradores que o instituto havia perdido no Censo de 2010, até porque a justificativa para a mudança populacional, de que de 2013 para 2014 ocorreram alterações dos limites territoriais, não se aplica em Baraúna, que não sofreu qualquer mudança.

Se a desconfiança com Baraúna salta os olhos, a mesma coisa se aplica em Mossoró.

O IBGE afirma que a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte tem 284.288 pessoas, quando o cenário populacional parece ser bem maior.

O boom habitacional aponta para números bem acima dos revelados pelo instituto, embora não seja possível afirmar, de concreto, se o patamar subiu mais do que o alcançado pelo órgão.

Aliás, essa não é a primeira vez que a população de Mossoró anunciada pelo IBGE sofre questionamento. No início da década de 90, a então prefeita Rosalba Ciarlini não aceitou o resultado do Censo, por entender que os números estão aquém da realidade.

Naquela época, o crescimento da cidade já era bem acelerado. Questionou-se, inclusive, que o órgão mexia com o mapa populacional para atender interesses do Tesouro Nacional na divisão do bolo financeiro.

Como se sabe, a distribuição de algumas fontes de receita dos municípios, via União, é feita conforme o número de moradores. O Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o principal deles, divide a cota em categorias, chamadas de coeficientes, que são formadas de acordo com a massa populacional. Se é verdade – ou não – que o Governo utiliza o Censo para esse fim, não é possível afirmar.

No entanto, é certo que os números do IBGE estão longe da realidade, pelo menos aos olhos das pessoas..

 

Efeito Marina sob o olhar do RN

O “fenômeno” Marina Silva (PSB) na corrida presidencial até onde terá influência na disputa majoritária do Rio Grande do Norte, em especial na vaga ao Senado? A pergunta é pertinente porque Wilma de Faria e Fátima Bezerra estão no centro das atenções com o PSB, de Marina, e o PT da presidente Dilma Rousseff. Será que Marina conseguirá puxar Wilma pela mão? Ou o PT está com força suficiente para garantir a boa campanha de Fátima? O fato é que, até aqui, a campanha presidencial não tem interferido na estadual, até porque no RN estão todos juntos e misturados feito salada.

 

Firme com Fátima Bezerra

O prefeito de Mossoró, Silveira Júnior (PSD), acabou com as especulações de que não estava apoiando a campanha da candidata ao Senado Fátima Bezerra (PT). Ele fez um discurso forte, pedindo votos para a petista e atribuindo os “boatos” aos grupos tradicionais. O fato é que houve cobrança da parte do PT, exigindo esforço maior do prefeito para que Fátima Bezerra possa superar a adversária Wilma de Faria (PSB).

 

Descendo a ladeira

Segundo o Tesouro Nacional, as contas do Governo Federal em julho superaram em R$ 2,2 bilhões as receitas. É o pior déficit das contas públicas de julho desde 1997 e distancia, cada vez mais, o governo de sua meta de superávit primário. É o reflexo do desaquecimento da atividade econômica que castiga o País.

 

Segue

Os números negativos da economia explicam, em parte, o engessamento da caminhada da presidente Dilma (PT) à reeleição e turbinam a máquina eleitoral Marina Silva (PSB).

 

Saúde

A governadora Rosalba Ciarlini, acompanhada do secretário de Saúde Luiz Roberto, entregou o prédio da UPA de Parnamirim. A sua gestão recuperou a obra paralisada no governo passado. A UPA funcionará em 90 dias.

 

Nosso Lampião

Hoje, completa 11 anos da morte do ator Cícero Dias, o primeiro “Lampião” do Chuva de Balas no País de Mossoró, espetáculo que conta a resistência dos mossoroenses ao bando do temido bandido.

 

McDia para crianças portadoras de câncer

O McDia Feliz será realizado hoje em todo o Brasil pela gigante rede de restaurantes McDonald’s, em prol das instituições que cuidam de crianças com câncer. Em Mossoró, será contemplada a Associação de Apoio aos Portadores de Câncer de Mossoró e Região. A arrecadação do dia da loja do Partage Shopping será revertida para a entidade. O  tíquete do sanduíche custa apenas R$ 13,00. Participe.

 

JK

Quatro décadas após a morte do ex-presidente Juscelino Kubitschek, a Comissão Estadual da Verdade de São Paulo resolveu investigar o acidente suspeito, mesmo a Comissão Nacional da Verdade afirmando que a morte foi acidental.

 

Fisiculturismo

O Villa Oeste sedia hoje o 1.º Campeonato de Fisiculturismo Fisio Classic 2014, que recebe o apoio da Federação Norte-Rio-grandense de Culturismo Musculação. A apresentação dos atletas começa às 18h.

 

É NOTÍCIA

1 – A prefeita Lígia Félix decretou estado de calamidade em seu município de Janduís, pelo colapso no sistema de abastecimento de água, consequência da seca prolongada. A situação é grave.

2 – O colunista Cristhyan de Saboya recepciona seus convidados na festa “Chique é ser feliz” hoje, no Boulervard Recepções, em Nova Parnamirim. Natal e Mossoró bem juntinhas com De Saboya.

3 – O candidato Betinho Rosado Segundo (PP) recebeu o apoio dos dois vereadores do DEM de Mossoró: Manoel Bezerra e Flavinho Tácito. Também tem o apoio de Claudionor dos Santos (PMDB).

4 – A ex-prefeita e candidata a deputada federal Fafá Rosado (PMDB) está ampliando os apoios em toda a região Oeste. A gestão realizada na Prefeitura de Mossoró é a referência.

5 – Os cantores Everaldo Rodrigues e Marcílio Maia levam o som do Raça Negra hoje para o Select Noveau, barzinho aconchegante do Nova Betânia. Vão cantar os sucessos do grupo paulista, às 23h.

 

FRASE

Vamos realizar a maior Finecap da história, sob o ponto de vista da organização e negócio.”

FABRÍCIO TORQUATO Prefeito de Pau dos Ferros.


Postado às 05h00 Túnel do Tempo Nenhum comentário Enviar por e-mail

* De 1880 – Por 77 votos a 16, Câmara rejeita projeto de Joaquim Nabuco, que liberta os escravos até 1890.

* De 1972 – Morre a cantora brasileira Dalva de Oliveira.

* De 1979 – STM declara anistiados 316 réus, incluindo 16 presos.

* De 2003 – Morte o ator Cícero Batista Dias da Costa, o primeiro “Lampião” do espetáculo Chuva de Balas no País de Mossoró. O seu nome é lembrado na praça do Teatro Municipal Dix-huit Rosado.