20 set

O voto útil

Postado às 12h09 Eleições 2014 Nenhum comentário Enviar por e-mail

Por Sérgio Camarotti – Globo

O candidato do PSDB, senador Aécio Neves, vai deflagrar nesta reta final da eleição uma campanha pelo voto útil. Nas entrevistas e na sua propaganda na televisão, Aécio vai dizer que é o único que tem condições de derrotar o PT. Com isso, o PSDB tenta resgatar uma parte dos votos que Aécio perdeu para Marina Silva, do PSB, depois da morte trágica do ex-governador Eduardo Campos.

Há o reconhecimento interno de que, apesar de ter crescido nas últimas pesquisas Ibope e Datafolha, a situação de Aécio ainda é muito difícil, já que ele está muito distante de Marina. Em pesquisas internas da campanha, Aécio recuperou espaço em São Paulo, um estado considerado estratégico pelos tucanos.

Internamente, ele tem brincado em conversa com aliados: “Agora consegui sair da UTI e já não respiro mais por aparelhos. Mas ainda estou na Unidade Semi-intensiva”.

Na entrevista concedida hoje, ele já começou a colocar em prática o discurso do voto útil ao afirmar que o eleitor começou a perceber que votar em Marina Silva é trocar “seis por meia dúzia”.

O PSDB também fez pesquisas qualitativas para avaliar a propaganda de Marina Silva, em tom emocional.  Por esse levantamento, os entrevistados demonstraram “solidariedade” com a candidata do PSB, mas afirmaram que um presidente “precisa demonstrar força”.

Diante desse resultado das qualitativas, Aécio vai se apresentar como o candidato com “força” para tentar ultrapassar Marina.


Postado às 12h03 Eleições 2014 Nenhum comentário Enviar por e-mail

* Felipe Patury, na Época

O segundo mandato do craque Roberto Dinamite na presidência do Vasco da Gama terminou em agosto. Na Justiça, seus advogados conseguiram mantê-lo no cargo até novembro, quando acontecerá a próxima eleição para o comando do clube carioca.

Levantamentos indicam que Dinamite terá menos sorte nas urnas.

As pesquisas do PMDB, partido de Dinamite, mostram o ídolo vascaíno longe da marca de 45 mil votos, número calculado pela coligação como o piso para ele se eleger deputado estadual pela sexta vez.

Em 2010, Dinamite obteve o seu pior desempenho para o cargo: 39 mil votos.


Postado às 11h53 política Nenhum comentário Enviar por e-mail

Por Josias de Souza

Dilma Rousseff tem orgulho de dizer: “Ao longo da minha vida tive sempre tolerância zero com corrupção.” Mas o destino —essa fração de segundo em que o sinal muda de verde para amarelo e a pessoa é intimada a decidir se para ou avança— pregou-lhe uma peça. Na hora em que ela reivindica um segundo mandato, as gavetas da República começaram a explodir ao seu redor. São explosões incontroláveis.

A inevitabilidade dos estrondos é proporcional à quantidade de bombas estocada nas gavetas. Há nitroglicerina demais. Tanta nitroglicerina que já não é possível negociar o que será insinuado e o que permanecerá escondido. Até agora, Dilma não demonstrou desejo de parar. Diante do sinal amarelo, ela aperta o botão do ‘eu não sabia’ e pisa no acelerador. Pena, mas nada impede que enxergue o freio.

A plateia ainda não sabe o tamanho do estrago produzido pela autoimplosão de Paulo Roberto Costa. Sabe-se que a delação do ex-diretor da Petrobras balançará o coreto de autoridades, estilhaçando-lhes as coligações. Mas não ficou claro, por ora, o grau de comprometimento dos alicerces do Planalto. Infelizmente, a visitação aos escombros não deve ser liberada antes das eleições.

Enquanto tenta desviar sua candidatura do óleo derramado na pista da sucessão pelo delator Paulinho, como o chamava Lula, Dilma é surpreendida por outra bomba —dessa vez uma bomba de efeito retardado. Foi armada por Renan Calheiros. Deveria ter ido pelos ares em 2007. Mas, com a ajuda de Lula, o artefato desceu à gaveta. Que a Procuradoria da República acaba de abrir.

Seis procuradores da República protocolaram na 14ª Vara Federal do Distrito Federal uma ação por improbidade administrativa contra o presidente do Senado. Nela, Renan é acusado de pagar com propinas recebidas da empreiteira Mendes Júnior a pensão de uma filha que teve em relacionamento extraconjugal. Em troca, acusam os procuradores, o senador pendurou no Orçamento da União emendas que bancaram obras da firma corruptora.

Quando o caso veio à luz, em 2007, Renan já presidia o Senado. E Lula, solidário com seu drama, ajudou-o a mobilizar o consórcio governista para enterrar o escândalo vivo. Combinou-se na ocasião que o Conselho de Ética encamparia a tese de que o dinheiro repassado à ex-amante de Renan viera da venda do gado. E os brasileiros seriam convidados a se fingir de bobos. Pelo bem da República.

Produziram-se dois relatórios atestando a falta de provas para a cassação do mandato de Renan —um foi subscrito por Romeu Tuma, já morto. Outro, por Epitácio Cafeteira, ainda muito vivo. Sabia-se que fechar os olhos piorava a palhaçada. Mas dizia-se que não convinha arriscar a estabilidade do Legislativo e a própria governabilidade em nome de algo tão relativo e politicamente supérfluo como a verdade.

Todos se encaminhavam para aceitar a combinação de que nada ocorrera. Mas, de repente, a imprensa golpista demonstrou que a boiada que Renan apresentara para justificar suas despesas era feita de notas frias. Um rebanho de dúvidas passou a transitar pelos salões do Senado. De novo, combinou-se que as reses não estavam ali. Num grande acordo, Renan renunciou à Presidência do Senado e seus pares abstiveram-se de passar o mandato dele na lâmina.

Em fevereiro do ano passado, como se nada houvesse sucedido, Renan foi devolvido ao comando do Senado. Dias antes da aprovação do nome dele em plenário, o então procurador-geral da República Roberto Gurgel denunciou-o ao STF. Servindo-se do mesmo caso que mistura lençois, verbas orçamentárias e propinas, Gurgel acusou Renan de peculato, falsidade ideológica e uso de documento falso.

A despeito de tudo, Renan obteve de volta, já sob Dilma, a poltrona de presidente do Senado. Amealhou votos de governistas e de oposicionistas. O PSDB entregou-lhe oito decisivos votos. Decorridos dezenove meses, ouve-se a explosão da nova ação judicial. O barulho chega na hora em que Renan emerge da lista de supostos recebedores de propinas cavadas na Petrobras. Uma bomba se interconecta com a outra.

Noutros tempos, as explosões eram resolvidas mais facilmente. As autoridades faziam cara de nojo em público, cobravam a cumplicidade dos aliados em privado e confiavam na pré-disposição da plateia para engolir histórias mal contadas. As prisões do mensalão geraram uma dúvida: de que tamanho precisa ficar o embaraço para que o brasileiro, já tão habituado ao papel de tolo, possa considerá-lo aceitável? A paciência parece ter diminuído. Além das gavetas, a desfaçatez encheu o saco.


Postado às 11h14 política Nenhum comentário Enviar por e-mail

Íbero Hipólito esclarece a sua saída da Superintendência do Incra do Rio Grande do Norte. Leia:

“Prezado Jornalista, me faço do direito de resposta para atualizar uma informação improcedente na tua coluna deste sábado. Minha “queda” na direção do Incra/RN foi fruto de uma disputa interna no PT motivada por um latifundiário que teve terras de sua família ocupada pelo movimento.

O ato do MST fez parte da jornada de lutas nacional e aqui no RN agregou a pauta um protesto CONTRA A MINHA SAÍDA DO ÓRGÃO. Justamente porque eu cumpria a missão da autarquia de reduzir o latifúndio. E o padrinho do atual é latifundiário.

Obrigado e um abraço.”


Postado às 09h44 Eleições 2014 Nenhum comentário Enviar por e-mail

Betinho Rosado em Monte Alegre recebeu o apoio do líder político Henrique Souza e do candidato a estadual Luiz Gomes

O candidato a deputado federal Betinho Rosado Segundo (PP) está cumprindo uma intensa programação na região Agreste do Estado, que será concluída na noite deste sábado (20), quando receberá, em São José de Mipibu, o apoio do candidato a vice-governador Fábio Dantas (PC do B) e de sua esposa, Cristiane Dantas, candidata a deputada estadual.

O anúncio será feito durante a passagem da Caravana da Liberdade, do candidato a governador Robinson Faria (PSD) e da candidata ao senado Fátima Bezerra (PT).

Betinho está no Agreste e Litoral Leste desde a última quinta-feira, 18, quando visitou os municípios de Lagoa D’anta, Nova Cruz, Montanhas, Baía Formosa, Brejinho e Monte Alegre, além de Bento Fernandes, Barcelona, Ruy Barbosa, Poço Branco e Touros.


Postado às 05h10 Coluna Nenhum comentário Enviar por e-mail

Do G1

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (19) mostra que 72% do eleitorado brasileiro ainda não decidiu em quem votar para deputado federal e 69% ainda não escolheram seu deputado estadual.

Ainda de acordo com a pesquisa, apenas 20% entre os mais jovens já escolheram em quem votar para deputado federal. A média é maior entre os com renda mensal familiar de 5 a 10 salários mínimos (36%) e acima de 10 salários (36%).

Para deputado estadual, a média dos que escolheram seu candidato é maior entre os mais escolarizados (41%) e os mais ricos (45%).


Postado às 05h03 Coluna Nenhum comentário Enviar por e-mail

Está errado

Se o cidadão passar pela “Praça da Catedral”, no centro de Mossoró, verá que a obra de reforma do Teatro Estadual Lauro Monte Filho não passou dos tapumes, apesar de lançada há quase dois anos.

Se esticar a caminhada mais um pouco e passar pela avenida lateral do campus central da Ufersa, observará obras bem estruturadas do Judiciário e do Ministério Público Estadual, realizadas praticamente no mesmo período que o teatro recebeu os tapumes.

Esse passeio traduz de forma fiel o desequilíbrio na distribuição dos recursos financeiros do Estado. Enquanto o Executivo, que é o gerador de receita, não dispõe de caixa para investimentos, as instituições que são mantidas pelo cofre do Estado têm o poder econômico para realizar obras.

Não vai daqui a visão de que essas instituições não possam ter uma saúde financeira para arcar com as suas obrigações e fazer os seus investimentos. No entanto, há uma clara distorção a partir do momento em que o Executivo se transforma no “primo pobre” da história, quando, de fato, é a fonte de receita.

Existe explicação e são os números que ajudam a entender, embora sejam inaceitáveis sob o ponto de vista da gestão pública.

Veja:

O Governo registra um aumento de 43,5% com despesa de pessoal nos últimos quatro anos, que representam acréscimo de R$ 1,46 bilhão. Esses valores são consequências dos reajustes salariais previstos nos planos de cargos, carreira e salários aprovados na gestão anterior e repassados para a atual administração.

No mesmo período, houve um aumento de 86% no repasse aos Poderes Legislativo e Judiciário e órgãos dependentes, representando uma soma de R$ 409 milhões

. A soma das despesas com pessoal e as instituições chega aos R$ 2 bilhões. No mesmo período, segundo o secretário do Planejamento do Rio Grande do Norte, Obery Rodrigues Júnior, o crescimento da receita bruta do Estado ficou em R$ 1,5 bilhão.

Numa matemática simples, observa-se que falta meio bilhão de reais para “bater” receita com despesa.

Não precisa ser especialista em finanças públicas para entender que há um grave desequilíbrio na divisão de fatias do bolo, que é definida a partir do Orçamento Geral (OGE).

Evidentemente, torna-se necessário que o Governo chame as instituições para debater da melhor forma possível uma saída que venha a recuperar o Estado como um todo, sob pena de alcançar quem menos tem culpa da crise, no caso, o cidadão comum, dependente dos serviços públicos.

Se não houver a consciência e o interesse de cada agente público e representantes dos Poderes, a crise se tornará mais aguda, a ponto de o Estado se limitar a pagar folha de pessoal e transferir dinheiro para seus dependentes.

 

Renan é a cara do PMDB corrupto

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), volta a ser denunciado por enriquecimento ilícito, a partir de recebimento de propina da empreiteira Mendes Júnior. A denúncia é feita pelo Ministério Público Federal em Brasília, que pede a sua condenação e a perda do mandato. Calheiros, a cara do PMDB corrupto, é um velho conhecido do submundo da política. Há sete anos, o alagoano renunciou à presidência do Senado para não ter o mandato cassado, depois de flagrado pagando despesas pessoais com dinheiro de lobista de empreiteira. Calheiros, sem defesa, decidiu ficar em silêncio.

 

PMDB compensa Fafá Rosado

Será hoje à noite o anúncio oficial do apoio do prefeito de Caraúbas, Ademar Ferreira (PMDB), à candidata a deputada federal Fafá Rosado (PMDB). Em praça pública, com a presença do candidato a governador Henrique Alves (PMDB). Como de sabe, Ademar estava com Valter Alves, mas aceitou transferir o seu apoio para Fafá, que havia perdido a prefeita Luana, de Areia Branca, para Sandra Rosado (PSB).

 

Instituto vendido

O Ibope está sendo repassado pela família Montenegro para o controle do grupo britânico WPP. Os ingleses já possuem 44% do Ibope Mídia, que afere a audiência de TV no Brasil. A empresa também está fechando a compra das ações do Ibope Mídia. Com isso, as pesquisas brasileiras vão ficar nas mãos dos ingleses.

 

Segue

O negócio ultrapassa a casa dos R$ 400 milhões e deve ser fechado até o final de outubro. A família Montenegro é fundadora e proprietária do Ibope há 62 anos.

 

Uern TV

O reitor Pedro Fernandes e o empresário Milton Marques firmaram convênio para a TV a Cabo Mossoró colocar no ar a “Uern TV”. O canal universitário estreia neste sábado, às 15h30, com o programa “Arte em Movimento”.

 

Classe A

O colunista Jean Rodrigues comanda hoje a 17.ª Noite Classe A, no Caravelas Club de Areia Branca, às 23h. Vai recepcionar os seus convidados na Costa Branca e de Mossoró, com a Comenda Classe A.

 

Finalmente, a licença para a Uern em Natal

Finalmente, a Uern recebeu a licença ambiental e o alvará de construção para retomar as obras do campus de Natal, que estão paralisadas há mais de quatro anos. A instituição enfrentou nove meses de espera para que a Prefeitura de Natal, através da Semurb, cumprisse o seu dever de autorizar o reinício das obras. O Governo vai investir R$ 5,5 milhões, com os serviços retomados em outubro.

 

Nova pesquisa

Segundo a mais nova pesquisa Datafolha, Marina Silva (PSB) e Dilma Rousseff (PT) estão empatadas tecnicamente num eventual segundo turno: 46% a 44%. No primeiro turno, Dilma tem 37%; Marina, 30%, e Aécio, 17%.

 

Investigação

O Ministério Público Estadual do RN vai investigar a greve na Unicat, setor que estaria sendo prejudicado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Saúde (SINDSAÚDE). O procedimento atende pedido do Governo do Estado.

 

É NOTÍCIA

1 – A Rádio Rural de Mossoró está fora do ar, por decisão de sua direção, para melhorar o sinal e o alcance de audiência. A Diocese está investindo na aquisição e instalação de equipamentos.

2 – A obstrução das rodovias que cortam o RN, pelo MST, surtiu o efeito que os líderes do movimento queriam: Íbero Hipólito caiu do comando do Incra no Estado, às custas do cidadão.

3 – O padre e educador Sátiro Cavalcanti Dantas será um dos homenageados com a Medalha do Mérito “Governador Dinarte Mariz”, conferida pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN). Justo.

4 – A turma que gosta de esticar a noite tem a opção do Tenda Music, de Tião da Prest. As atrações de hoje são David Almeida e o Forró dos Três, além do DJ Juninho. A partir das 23h.

5 – A Justiça do Rio Grande do Norte mandou pagar auxílio-moradoria para membros da Justiça e do Ministério Público. Uma conta de R$ 370 mil/mês que sairá do bolso do contribuinte potiguar.

 

FRASE

O pagamento da folha depende da confirmação de receita..”

OBERY RODRIGUES JÚNIOR – Secretário do Planejamento do RN..


Postado às 05h00 Túnel do Tempo Nenhum comentário Enviar por e-mail

* De 1519 – Fernão de Magalhães inicia a primeira viagem de circunavegação.

* De 1896 – Nascimento de Eduardo Gomes, brigadeiro, candidato à Presidência da Repúyblica.

* De 1914 – Disputada a primeira partida de futebol entre Brasil X Argentina.

* De 1932 – Gandhi, líder anticolonialista da Índia, inicia a primeira greve de fome na prisão.

* De 1934 - Nascimento da atriz italiana Sofia Loren.

* De 1990 – Banco do Estado do Rio Grande do Norte (BANDERN) sofre liquidação extrajudicial. Crueldade com as digitais do presidente Fernando Collor de Mello.

* De 1977 – MDB, hoje PMDB, inicia campanha pela Constituinte.


Postado às 23h55 Obras Nenhum comentário Enviar por e-mail

Durante visita ao município de Campo Grande, a governadora do Estado Rosalba Ciarlini aproveitou para ir em dois locais onde foram realizadas obras de pavimentação e drenagem com recursos estaduais. A Chefe do Executivo estava acompanhada da Secretária Estadual de Infraestrutura, Kátia Pinto.

Os serviços foram feitos por meio de convênio firmado entre o Governo do RN, através da Secretaria de Estado da Infraestrutura – SIN, com a Prefeitura de Campo Grande para serviços de pavimentação e drenagem. A cidade foi contemplada com a pavimentação Asfáltica da Rua Antônio Veras e da Praça João do Vale. E a obra de drenagem e pavimentação da Rua da Praça da Criança e da Rua Francisco Quildo.

As obras realizadas através dos convênios têm recursos oriundos da dotação orçamentária da Secretaria de Infraestrutura. A parceria do Governo Estadual com as prefeituras é fundamental para estimular o desenvolvimento e melhorar a infraestrutura no interior, tendo em vista a importância e a necessidade de modificar a realidade local.

O Governo do Estado investiu nas duas obras R$ 537.390,63. Essa é mais uma ação do Governo do RN em apoio aos municípios na realização de obras para o progresso e o desenvolvimento do interior do Estado.

*Pavimentação Asfáltica da Rua Antônio Veras e da Praça João do Vale

Valor investido pelo Governo do Estado: R$ 353.820,62

Contra partida do município: R$ 39.313,40

Valor Total da obra: R$ 393.134,02

 

*Drenagem e pavimentação da Rua da Praça da Criança e da Rua Francisco Quildo

Valor investido pelo Governo do Estado: R$ 129.830,94

Contra partida do município: R$ 14.425,67

Valor Total da obra: R$ 144.256,61

 

BR-110

Ainda pela Região Oeste, a Governadora Rosalba Ciarlini percorreu todo o trecho da BR-110 entre Campo Grande e Mossoró. Mais uma obra esperada há anos pelos moradores da região concluída recentemente.

Ao todo são 73km de extensão. Distância percorrida diariamente por pessoas que moram na região. Agora todo o trajeto está asfaltado e sinalizado.

A obra foi realizada com recursos federais. “A construção dessa estrada era pleiteada há muito tempo e era uma dificuldade conseguir porque constava como concluída nos registros do Governo Federal, mas nós reunimos toda a bancada em torno desse objetivo e aí está o resultado”, declarou a Chefe do Executivo.


Postado às 14h04 Eleições 2014 Nenhum comentário Enviar por e-mail

Surrada abaixo da linha da cintura na propaganda eleitoral de Dilma Rousseff e pisoteada na de Aécio Neves, Marina Silva bambeou. Ela ainda conserva um pé no segundo round da luta de boxe em que se converteu a sucessão de 2014, informa o Datafolha. Mas, para sobreviver na luta, terá de fazer algo que preferia adiar para depois de uma hipotética vitória: acordos políticos.

Aécio Neves despertou do nocaute. Mas enfrenta a contagem regressiva do calendário. Como observaram Mauro Paulino e Alessandro Janoni, diretores do Datafolha, “para chegar ao segundo turno, Aécio deve torcer por um feito inédito em eleições presidenciais nesta etapa da disputa: sua candidatura crescer além de seu teto e Marina cair abaixo de seu piso.”

Se confirmado pelos fatos, o embate final entre as duas damas da eleição será sangrento. Em fins de agosto, Marina ostentava na sondagem do segundo turno uma dianteira de dez pontos sobre Dilma (50% a 40%). Hoje, ela continua numericamente à frente. Mas a diferença é de apenas dois pontos (46% a 44%) —um empate técnico.

Deu-se até aqui, mais ou menos o que planejara João Santana depois que Marina ganhou o primeiro plano da disputa. Armado de mentiras, mistificações e falsas analogias, o marqueteiro de Dilma dissolveu um pedaço das intenções de voto de Marina e, mais grave, fez dobrar sua taxa de rejeição. Há um mês, apenas 11% dos eleitores diziam que jamais votariam em Marina. Hoje, a taxa soma 22%.

Permanecendo no ringue, Marina terá de provar para o pedaço menos ilustrado do eleitorado que não é a fraude que Lula e Dilma autorizaram João Santana a fabricar. A seu favor, a candidata do PSB terá a paridade de armas. Vai dispor dos mesmos dez minutos de rádio e televisão a que Dilma terá direito. Dinheiro também não haverá de lhe faltar. O problema de Marina será providenciar matéria-prima adequada para preencher o tempo de propaganda.

Marina precisará adensar o córner, atraindo forças novas para o seu lado no ringue. Sob pena de potencializar a empulhação  segundo a qual sua vitória empurraria o país para um desastre à Jânio ou à Collor. De saída, terá de obter de Aécio o que sonegou a José Serra na sucessão de 2010.

O apoio do PSDB não cairia no colo de Marina. Teria de ser conquistado. Noutras condições, a candidata talvez pudesse esnobar o tucanato. Avessa ao PT, a maioria dos eleitores de Aécio tenderia a votar nela. Mas Marina precisará, acima de tudo, passar a impressão de que a sua “nova política” não é antônimo de bom senso.

Marina não terá de sentar à mesa com um Sarney ou um Renan. Mas será pressionada a abrir um sorriso para personagens como Geraldo Alckmin, sobretudo se ele mantiver o favoritismo que ostenta nas pesquisas. Nas palavras de um correligionário do PSB: “Marina ainda tem boas chances de virar presidente da República. Mas precisa errar menos. E recusar uma parceria com Alckmin no maior colégio eleitoral do país seria um equívoco primário.”

* Leia mais em josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br/