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DeFato.com
CAPA
Os
100 anos do timão
Fundado
por cinco operários paulistas em 1° de setembro de 1900,
o Sport Club Corinthians Paulista acaba de completar um século
de vida no chamado país do futebol. O tradicional clube de
São Paulo é atualmente, junto com o Clube de Regatas
Flamengo do Rio de Janeiro, detentor da maior torcida do Brasil.
Coincidentemente ambos os times se intitulam como "times do
povo", ou seja, feito pelo povo e para o povo. Uma clara alusão
ao elitismo pregado pelo rival mor em São Paulo, a Sociedade
Sportiva Palmeiras.
"Amar o Corinthians é gostar sem mesmo ter vitórias
para se comemorar", conta o jornalista e radialista De Assis
Linhares, mossoroense e torcedor corintiano há mais de 40
anos. Em Mossoró, é grande o número de torcedores
apaixonados pelo clube paulista. No Orkut, maior rede social da
internet brasileira, a comunidade "Corinthians - Mossoró/RN"
já ultrapassa os 200 membros. Na comunidade, já é
tradição assistir os jogos do "timão",
como é popularmente conhecido, em bares e restaurantes da
cidade.
Um pouco longe dos encontros promovidos pelo grupo de usuários
do Orkut, mas com a mesma paixão, De Assis Linhares conta
que começou a torcer pelo timão em 1967, quando ganhou
um jogo de botão onde o time era o Corinthians, de lá
para cá a paixão só aumentou. Foram 10 jogos
acompanhando ao vivo, além dos demais jogos, todos eles vistos
ou ouvidos pela TV e rádio. A paixão foi tanta que
De Assis batizou seu primeiro filho homem de "Vagno Basílio
Vladimir Bezerra Linhares", hoje com 26 anos. O nome do primogênito
é uma referência ao trio de jogadores que em 1977 foram
os autores da jogada que provocou o gol que culminou com a conquista
na "raça" do título paulista, após
um jejum de 23 anos. O título de 77, segundo De Assis, é
para muitos torcedores corintianos o título mais comemorado,
mais até que o título do mundial obtido pelo time
em 2000. Mas a saga de amor pelo Corinthians não se restringiu
apenas a De Assis, hoje todos seus filhos são torcedores
do timão. Adamo Bezerra Linhares, 23, é a prova de
paixão passada de pai para filho, já são quatro
jogos assistidos ao vivo do Corinthians e muita torcida nos demais
via TV ou rádio. "Gostar do Corinthians é não
saber ter palavras para definir as razões, começou
por conta do meu pai e hoje é algo maior", conta Adamo.
HISTÓRIA
"À luz de um lampião, na esquina das ruas dos
Italianos e José Paulino, no bairro do Bom Retiro, por volta
das 20h30 do dia 1° de setembro de 1910, foi fundado o Sport
Club Corinthians Paulista". É o que dizia a placa sob
uma réplica do referido lampião, que hoje se encontra
na entrada do Parque São Jorge.
Sabe-se, no entanto, que houve várias reuniões até
a concretização da ideia dos cinco operários
fundadores: Joaquim Ambrósio e Antônio Pereira, pintores
de parede; Rafael Perrone, sapateiro; Anselmo Correia, motorista;
e Carlos Silva, trabalhador braçal. Em uma delas, feita para
a escolha do nome, Ambrósio sugeriu: "Por que não
Corinthians?". Como os outros, ele estava encantado com as
exibições do Corinthians Team, o melhor time da Inglaterra,
que excursionou ao Brasil em agosto de 1910. Estava batizada uma
paixão.
Dado o nome, comprada a bola (na Rua São Caetano, por 6 mil
réis, arrecadados com uma lista que correu a vizinhança),
arranjado o campo (o "lenheiro", terreno onde, como o
nome diz, um vendedor de madeira guardava seu material de trabalho),
só faltava jogar. A derrota para o União Lapa, por
apenas 1 x 0, foi recebida com festa. Afinal, tratava-se de um adversário
já estabelecido na várzea paulistana. E na várzea
o Corinthians viveu seus primeiros dois anos. Até que um
dia ela ficou pequena para o clube dos operários e eles passaram
a alimentar o sonho de jogar campeonatos oficiais. Conseguiram,
após muita luta.

TÉCNICA
O
fantástico mundo dos origamis
Uma arte inserida fortemente na herança
cultural do Japão e que tem finalidades distintas para quem
pratica. Entretanto, com benefícios únicos a todos,
trata-se da milenar técnica do origami. Grosso modo, origami
quer dizer: dobrar papel (do japonês: ???, de oru, "dobrar",
e kami, "papel"). Em Mossoró, essa tradicional
arte japonesa que ao dobrar o papel criam-se representações
de determinados seres ou objetos com as dobras geométricas
de uma peça de papel, sem cortá-la ou colá-la,
mudou a rotina de um recepcionista de uma escola privada de Mossoró.
Trata-se do senhor Ricardo Luis da Silva César, que descobriu
os origamis como terapia ocupacional após um acidente em
1997, quando teve que passar um período em casa, após
fraturar o fêmur e algumas costelas.
"Quem me ensinou foi meu filho, ele havia aprendido através
de uma professora na escola onde estudava e ele me mostrou essa
técnica como forma de passar meu tempo ocioso", conta
Ricardo Luis, acrescentando ter se interessado pela arte logo de
"cara". Ricardo diz ainda que, para fazer seu primeiro
origami, teve que passar uma noite inteira acordado para conseguir
o efeito esperado. "Minha mulher ficava dizendo que eu estava
ficando doido por ficar acordado tanto tempo", diz o recepcionista.
Mas as vantagens de se aprender uma técnica como a de origamis
não é apenas de terapia ocupacional. A prática
e o estudo do Origami envolvem vários tópicos de relevo
da matemática. Por exemplo, o problema do alisamento da dobragem
(se um modelo pode ser desdobrado) tem sido tema de estudo matemático
considerável. Além disso, a técnica estimula
a coordenação motora de quem pratica e também
traz tranquilidade a quem pratica. "É uma verdadeira
paixão", defende Ricardo, que mesmo utilizando-se da
técnica para fins terapêuticos, já realizou
trabalhos em escolas públicas e particulares e como pagamento
recebe cestas básicas para doação. "Não
tenho objetivos de ganhar dinheiro com origami, meu interesse é
de repassar a técnica a quem tiver interesse", diz ele.
Basicamente, o origami usa apenas um pequeno número de dobras
diferentes, que, no entanto, podem ser combinadas de diversas maneiras,
para formar desenhos complexos.
Geralmente parte-se de um pedaço de papel quadrado, cujas
faces podem ser de cores ou estampas diferentes, prosseguindo-se
sem cortar o papel. Ao contrário da crença popular,
o origami tradicional japonês, que é praticado desde
o Período Edo (1603-1897), frequentemente foi menos rígido
com essas convenções, permitindo até mesmo
o corte do papel durante a criação do desenho, ou
o uso de outras formas de papel que não a quadrada (retangular,
circular, etc.). Segundo a cultura japonesa, aquele que fizer mil
origamis da garça de papel japonesa (Tsuru, "garça")
teria um pedido realizado - crença esta popularizada pela
história de Sadako Sasaki, vítima da bomba atômica.
Dicas gerais para um bom Origami
Antes de começar a dobrar os papéis, leia algumas
dicas que facilitarão o seu trabalho:
Faça as dobras em uma superfície lisa, plana, sólida
e bem iluminada;
Utilize papel fino se for iniciante nessa arte ou se for fazer um
modelo com muitas dobras;
Evite usar papéis caros no começo se ainda for iniciante;
Mantenha as mãos limpas para não sujar o seu origami;
Antes de começar a dobrar, veja se conhece todos os símbolos
das instruções, se não conhecer algum, aprenda
antes;
Siga corretamente as medidas sempre que elas existirem;
Acentue os vincos das dobras passando a unha sobre elas;
Siga o passo-a-passo à risca;
Não tenha pressa para terminar, a paciência é
muito importante para fazer um origami, principalmente se essa for
a sua primeira vez;
Caso se perca na ordem das instruções, não
se desespere! Compare o que fez com a figura do diagrama ou do vídeo,
se necessário, recomece;
Pratique várias vezes o mesmo modelo. Não se esqueça
de que a prática é o que leva à perfeição;
Você pode usar aqueles inúmeros papéis que recebe
na rua para praticar;
Se estiver cansado ou não conseguir seguir o passo-a-passo,
faça uma pausa, não tente fazer por teimosia.
O origami é para ser divertido!
Na falta de papéis coloridos, pinte o seu (pode ser folha
sulfite) com giz de cera deitado, que além de colorir grandes
áreas do papel ele também impermeabiliza o trabalho,
conservando o origami por mais tempo.
Boas dobras!
Fonte: Retirado do site www.comofazerorigami.com.br
ORQUESTRAS
SANFÔNICAS
Projeto
Sanfônicas de volta
Em
busca de novos talentos "sanfoneiros", o projeto Sanfônicas
Potiguares inicia uma segunda etapa do projeto que começou
em 2009 e tem como objetivo básico descobrir novos talentos
de sanfoneiros e formalizar grupos de orquestra por todo o Rio Grande
do Norte. A caça aos novos talentos tem por base inicial
o ensino de sanfona a crianças, adolescentes, adultos ou
idosos que tenham interesse em aprender a tocar os instrumentos
através de um curso gratuito.
Em 2009, o projeto visitou as cidades de Mossoró, Assú
e Santo Antônio do Salto da Onça (região Agreste
do RN). O coordenador do projeto, Cláudio Araújo,
explica que a escolha das cidades se deu pelo grande número
de "amantes" da sanfona. "É uma pesquisa feita
de forma minuciosa. Incluímos Santo Antônio justamente
pela fama que a cidade tem de ter bons sanfoneiros", declara.
De fato, a visita e a inclusão daquela cidade do Agreste
potiguar obtiveram bons resultados, haja vista que a cidade mantém
sua orquestra sanfônica a todo vapor. Fato também visto
na cidade de Assú e em Mossoró, que dispõe
de uma orquestra há onze anos.
A segunda etapa do projeto Sanfônicas Potiguares está
visitando cidades para a escolha dos municípios que receberão
o projeto e os locais onde as aulas poderão ser realizadas
para que possa ser iniciado o processo de inscrição
dos alunos interessados. As Prefeituras interessadas em acolher
o projeto também poderão entrar em contato com a coordenação
para serem visitadas e poderem ofertar as aulas. "Os Municípios
entram com apoio mínimo de infraestrutura, como os locais
para a realização das aulas e lanche quando há
necessidade. No mais, todo o custo é do projeto", ressalta
Cláudio Araújo.
O tempo médio para término dos trabalhos de seleção
deve durar até a primeira quinzena deste mês de setembro,
quando a coordenação divulgará as cidades que
receberão o projeto e ainda será anunciada a data
do lançamento oficial da segunda etapa desse importante trabalho
cultural que contará com a presença dos alunos da
primeira etapa, dos patrocinadores, representantes dos municípios
selecionados, imprensa e músicos convidados. O curso de sanfônica
deve durar sete meses. O projeto conta com patrocínio da
Petrobras e apoio do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, através
da Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura.
MOSSORÓ
Com onze anos de existência, a orquestra sanfônica de
Mossoró nasceu da necessidade de se difundir a música
juntando todos os caracteres regionais. É uma fusão
dos ritmos tocados em todo o Brasil, desde a toada sertaneja até
o frevo. Cláudio Araújo já ministrava aulas
de acordeom quando resolveu, em 1999, formar um grupo, no que resultou
na orquestra. O grupo é composto por 22 pessoas com 12 sanfoneiros,
quatro percussionistas, um regente e outros. São eles: Cláudio
(27); Muriçoca (58), Zé Pequeno (59); Neném
(12); Gianinni Marques (19); Diego (21); Josivan (28); Hulda Nunes
(58); Marcondes (23); Jéssica (16); Aldivan (30); Jéferson
(20) e Wilson (12).
A sanfona ao longo da história
Foi no ano 2.700 antes de Cristo que foi inventado na China um instrumento
denominado Cheng (considerado o percussor do acordeão). É
uma espécie de órgão portátil tocado
pelo sopro da boca. Tinha a forma de uma ave, a Fênix, que
os chineses consideravam o imperador das aves.
O primeiro acordeão que chegou ao Brasil chamava-se concertina
(acordeão cromático de botão com 120 baixos).
O acordeão tornou-se popular principalmente no Nordeste,
Centro-Oeste e Sul do Brasil. Os primeiros gêneros (fado,
valsa, polca, bugiu, caijun etc.) retratavam o folclore dos imigrantes
portugueses, alemães, italianos, franceses e espanhóis.
Porém, no Nordeste (onde o acordeão é conhecido
como sanfona), desde o início do século XX, mais precisamente
com a construção da malha ferroviária brasileira
pelos ingleses, deu-se início a um novo ritmo, o forró,
característico do Nordeste brasileiro, no qual um dos principais
instrumentos musicais é o acordeão.
No Rio Grande do Sul, o acordeão é mais conhecido
como gaita, e a gaita-ponto (acordeão diatônico) também
é conhecida como gaita-botoneira, gaita de botão ou
simplesmente botoneira.
Fonte: Wikipedia
TECNOLOGIA
Já
somos quase dois milhões
Mais
da metade dos mossoroenses já foram recenseados pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram
divulgados pela coordenação de divulgação
do censo 2010, afirmando que toda a população do Rio
Grande do Norte deverá estar totalmente recenseada antes
do dia 31 de outubro, prazo final para o término do maior
censo já realizado no país.
"A tecnologia é uma arma primordial para que cheguemos
a esse patamar de rapidez, os computadores de mão usados
na contagem, a internet banda larga e a colaboração
da sociedade facilitam o nosso trabalho", explica o coordenador
de divulgação do IBGE no Estado, Ivanilton Passos.
Aliás, a internet também possibilita outro grande
avanço no que diz respeito ao censo 2010, de que todos podem
acompanhar on-line os avanços dos números em de todo
o Brasil. Funcionando desde a última segunda-feira, 30, a
ferramenta virtual pode ser acessada através do endereço
www.censo2010.ibge.gov.br. A ferramenta disponibiliza uma infinidade
de informações sobre a contagem da população
brasileira, onde é possível acompanhar semanalmente
a coleta dos dados, o recrutamento do pessoal envolvido na contagem,
conhecer os questionários aplicados e ainda vídeos,
fotos e parcerias feitas pelo IBGE com outras instituições
públicas a fim de dar andamento à pesquisa.
O censo 2010 pretende ser um retrato de corpo inteiro do país
com o perfil da população e as características
de seus domicílios, ou seja, ele nos dirá como somos,
onde estamos e como vivemos. No Rio Grande do Norte, por exemplo,
o IBGE informava que 59% dos potiguares já haviam respondido
ao censo, o que corresponde a 1.838.649 pessoas, e que 55% dos domicílios
já haviam sido visitados, o que representa 521.003 domicílios.
Entre as maiores cidades, a capital do Estado já tinha 58%
de sua população recenseada, o que representa 469.854
natalenses. Segundo o site, ainda restava 42% da população
de Natal responder aos questionários. No que se refere a
domicílios, foram visitados em Natal 244.304 e ainda restavam
135.053 a entrar na contagem. Em Mossoró, a situação
é ainda melhor. Até o fechamento desta edição,
65% dos mossoroenses já tinham respondido ao questionário,
o que totalizava 159.364 pessoas e sobravam ainda 35% de residentes
serem pesquisados. Em número de domicílios, o IBGE
já contabiliza a visita em 44.492 moradias. Na terceira maior
cidade do Estado, Parnamirim, o índice estava um pouco menor
que o registrado em Natal e Mossoró. Lá, 49% da população
(89.920) já havia sido recenseada e foram visitados 26.338
domicílios na cidade que se localiza na região metropolitana
da capital.
INOVAÇÕES
O censo 2010 é o maior projeto do IBGE. Com o censo se viabiliza
importantes transformações nos métodos de trabalho,
que permitirão ao instituto oferecer retratos cada vez mais
interativos e espacializados do Brasil. Entre os mais relevantes
avanços deste censo, alguns já iniciados no censo
de 2007, são: a construção de uma base territorial
que sairá do modo analógico-digital para o digital,
integrando mapa urbano e rural entre si e com o Cadastro Nacional
de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE); a incorporação
do Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos
abrangendo todos os municípios brasileiros, que trará
mais segurança à coleta de dados, além de permitir
diversas outras aplicações em outros projetos, como,
por exemplo, na seleção de amostras e na utilização
do Correio ou da Internet para responder a determinadas pesquisas.
GASTRONOMIA
Rocambole
Prático de Leite Condensado
Ingredientes
3 ovos (claras e gemas separadas)
3 colheres de sopa de açúcar
3 colheres de sopa de farinha de trigo
1/2 colher de sopa de fermento em pó
2 colheres de sopa de coco ralado (opcional)
20 gotinhas de essência de baunilha
1 lata de leite condensado (Moça)
MODO DE PREPARO
1.Em velocidade alta, bata as claras em neve
2.Adicione as gemas e o açúcar e bata até dobrar
de volume
3.Desligue a batedeira e com o auxílio de uma peneirinha
e um fouet, acrescente, delicadamente, a farinha de trigo, o fermento
e a essência de baunilha
4.Unte uma forma retangular (35x25 cm) com bastante margarina gelada
5.Espalhe sobre ela o leite condensado e salpique o coco ralado
6.Deite sobre o leite condensado e o coco ralado a massa
7.Espalhe com o auxílio de uma colher (use as costas) de
modo que a massa atinja todos os cantos uniformemente
8.Leve ao forno pré-aquecido em temperatura média
por 20 min ou até que o palito saia limpinho
9.Assim que tirar do forno, forre a superfície da massa com
papel toalha
10.Em seguida desenforme (dê pequenas batidinhas para que
saia mais rápido da forma) e retire o papel toalha enrolando
até o final
11.A ponta deverá ficar virada para baixo para não
desenrolar e está pronto o rocambole
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EXPEDIENTE:
Editor-geral
William Robson
Editora/Redatora
Izaira Thalita
Revisão
Gilcileno Amorim e Stella Sâmia
Jornal de Fato
Av. Rio Branco, 2203 Mossoró (RN)
Fones: (0xx84) 3315-2307/2308
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