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MOSSORÓ (RN), QUARTA-FEIRA, 10/03/2010 (ATUALIZADO: 00:40hs)
 
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» Tricolor se arma para o jogo de estreia e tem novidades

» Técnico acerta a marcação e a saída de bola para o ataque
» Nogueirão recebe obras, mas ainda não foi liberado
» Flamengo encara o Caracas hoje e não quer saber de crise
» Em Bogotá, Mano escala time ideal pela primeira vez


BARAÚNAS
Tricolor se arma para o jogo de estreia e tem novidades
O Baraúnas começou a armar a equipe para a partida contra o Assu, no domingo. O treino, que foi realizado ontem à tarde, no estádio Leonardo Nogueira, foi marcado pelo retorno do zagueiro Carlos Alberto ao time titular e da presença do meia-atacante Fabinho que, finalmente, fará sua estreia depois de um mês só treinando no clube.
Como de hábito, o técnico Paulo Jéferson começou a atividade orientando os jogadores no campo e depois subiu para as cadeiras do estádio observar o comportamento tático do time. Segundo ele, ter duas visões diferentes facilita para a conclusão do seu trabalho. "Isto me traz um beneficio porque permite uma leitura mais apurada e uma informação mais rápida para verificar e acertar o posicionamento da equipe", disse o técnico lembrando que trabalho semelhante é feito comumente por clubes do interior de São Paulo.
"Isto aconteceu recentemente com o ABC com o técnico Leandro Campos, que acabou de chegar na equipe".
Com a bola rolando, Carlos Alberto, que volta de suspensão, formou a linha de três zagueiros com Nivaldo e Thiago, e o meia-atacante Fabinho apareceu entre os titulares, numa clara demonstração de que sua estreia finalmente está sendo preparada para domingo. Mas até ontem, a regularização de jogo do atleta dependia de uma confirmação.
Outra novidade foi o aproveitamento do atacante Robertinho no meio-de-campo na contenção das jogadas. No final, Paulo Jéferson aprovou a movimentação e acredita que o Baraúnas está praticamente pronto para a estreia no segundo turno.
"Está dentro daquilo que estávamos querendo, mas sempre falta algo mais. Vamos aproveitar mais esses dias de treinamento para acertar outros detalhes", disse o treinador, que está satisfeito com o uso de Robertinho, mesmo que de forma improvisada.
"É um jogador versátil e inteligente e que dá uma boa dinâmica de jogo".

Técnico acerta a marcação e a saída de bola para o ataque
O Potiguar treinou ontem à tarde, no campo da Ufersa. O técnico Júnior Xavier aproveitou a atividade para acertar o posicionamento defensivo e a saída de bola rápida, principalmente no setor de meio-de-campo. O treino visa ao jogo de estreia no segundo turno contra o América, no domingo em Natal.
O lateral-direito Magno ficou de fora dos trabalhos. Ele está contundido na coxa. Era para ter feito ontem um exame de ultrassonografia para saber a gravidade do problema, mas não foi possível porque o médico faltou. Assim, o exame ficou para hoje de manhã, e as chances dele atuar domingo não são favoráveis.
Nunes, atleta de base, treinou novamente no lugar de Magno e, caso o titular não jogue, será Nunes mesmo o substituto, conforme adiantou Júnior Xavier.
Na atividade de ontem, Júnior orientou o posicionamento das peças a fim de ter uma marcação eficiente. Outro ponto que mereceu ênfase foi a saída de bola rápida principalmente dos jogadores de meio-de-campo para fazer com que o jogo flua e a bola chegue com mais frequência no ataque.
Hoje, em dois expedientes, o alvirrubro dá sequência na preparação com treino de manhã no campo do Cepe, e a tarde no estádio Nogueirão.

Nogueirão recebe obras, mas ainda não foi liberado
As obras emergenciais no estádio Leonardo Nogueira, de acordo com as novas normas de segurança, já começaram. Algumas barreiras físicas e grades de proteção foram construídas na arquibancada e também na parte onde está situada a geral. Mas, mesmo assim, para voltar a sediar os jogos do Campeonato Estadual o campo ainda depende da emissão do laudo técnico do Corpo de Bombeiros.
Para o estádio ser liberado pelo órgão competente falta apenas um documento de tantos que foram exigidos, no caso um termo de compromisso da Prefeitura para garantir a sequência do serviço, já que a Liga Desportiva Mossoroense (LDM) - entidade que administra o estádio - não dispõe de condições financeiras para executar. Segundo o presidente da LDM, Francisco Manoel Filho, o termo de compromisso deve ser entregue hoje de manhã.
Enquanto isso, o estádio está recebendo as obras emergenciais por consequência de suas limitações. Por determinação do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar foram construídos muros com aproximadamente 1,80m de altura, indicando que parte da arquibancada se encontra interditada, justamente a área que não passou por reforma em 2004 e que representa certo risco em sua parte estrutural.
Ainda por indicação da Polícia Militar, grades de proteção também foram postas em parte da geral para impedir o contato das torcidas adversárias, dentro do estádio, em dia de jogos, diminuindo os riscos de confronto. Com o serviço realizado, a PM já sinalizou a liberação do laudo aprovando o estádio para abrigar as partidas com capacidade reduzida para 4 mil pessoas, faltando agora somente o do Corpo de Bombeiros, o que deve ocorrer hoje.

Flamengo encara o Caracas hoje e não quer saber de crise
RIO (AE) - No Flamengo é assim. Clima turbulento até quando a equipe vai bem dentro de campo. Por isso, o técnico Andrade refuta qualquer possibilidade de crise no elenco, com as controvérsias cercando Adriano, e está confiante para a partida de hoje contra o Caracas, às 21h50 (de Brasília), no estádio Olímpico, na capital da Venezuela.
"Perdemos um jogo no ano (para o Botafogo) e mesmo assim jogando melhor. Querem empurrar para o Flamengo uma crise que não existe", comentou o técnico, antes do embarque para Caracas, que tem bons números a validar suas palavras.
Desde que retornou ao clube e fez sua reestreia, em 31 de maio do ano passado, Adriano desfalcou o time em 13 oportunidades, muitas delas por opção do treinador. Quando isso aconteceu, o Flamengo nunca perdeu: são nove vitórias e quatro empates, aproveitamento de 79%. Mas esta será a quarta partida consecutiva sem o Imperador, maior período de ausência do atacante.
Sem Adriano, uma vaga abriu-se no setor ofensivo, que tanto pode ser no ataque ou no meio de campo. Com Vágner Love disponível, apesar de uma pancada na coxa esquerda, a questão fica sendo seu parceiro. Andrade não antecipou se vai adiantar Vinícius Pacheco e lançar Petkovic entre os titulares ou manter Pacheco no meio, com Bruno Mezenga no ataque. "Ontem (segunda) não tive o Vágner Love (poupado) no treino. Ainda vou pensar", comentou o técnico sobre as opções.
Quem está de volta é o meia Kléberson, que voltou da seleção assim como Adriano, mas não se meteu em confusão e está bem preparado. Como Willians cumpre suspensão contra os venezuelanos - depois da expulsão contra o Universidad Católica - Andrade não terá que pensar em quem sai. "Jogo de Libertadores é sempre difícil e qualquer ponto fora de casa é bom. Se for só um empate, está de bom tamanho. Se conseguirmos os três pontos, melhor ainda. O negócio é decidir em casa", disse o goleiro Bruno.

Em Bogotá, Mano escala time ideal pela primeira vez
São Paulo (AE) - Depois de 14 jogos, Mano Menezes finalmente vai conseguir colocar em campo em 2010 a equipe que desenhou, ainda em dezembro do ano passado. Com William e Chicão recuperados de lesão, e Danilo finalmente pronto para começar uma partida ao lado de Tcheco, o jogo de hoje contra o Independiente Medellín terá o time dos sonhos.
A partida é importante e uma vitória deixaria o Corinthians em situação confortável no Grupo 1 da Libertadores. "A gente busca fazer um planejamento para ter todos os jogadores à disposição nas partidas mais importantes da temporada. Mas esse é só o primeiro ponto. O principal vem depois, que é comprovar isso em campo com bom futebol e resultado. É o que precisamos nesse segundo confronto da Libertadores", disse Mano Menezes, após o treino de ontem pela manhã em São Paulo.
Como embarcou ao meio-dia para Bogotá, o grupo treinou às 7h30, horário inédito com o treinador. A escalação será Felipe; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf (ou Jucilei), Elias, Danilo e Tcheco; Jorge Henrique e Ronaldo.
A culpa por Mano até hoje não ter conseguido escalar esta equipe foram as lesões. Quando Danilo estava adquirindo uma melhor forma física, Ronaldo teve uma lesão muscular na coxa direita. Ficou afastado algumas semanas, quando o camisa 10 estreou, atuou por três partidas, e também sofreu um estiramento. Quando o Fenômeno voltou a atuar era o meia quem estava no departamento médico.

 

 



       


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