

BARAÚNAS
Tricolor
se arma para o jogo de estreia e tem novidades
O Baraúnas começou a armar a equipe para a partida
contra o Assu, no domingo. O treino, que foi realizado ontem à
tarde, no estádio Leonardo Nogueira, foi marcado pelo retorno
do zagueiro Carlos Alberto ao time titular e da presença
do meia-atacante Fabinho que, finalmente, fará sua estreia
depois de um mês só treinando no clube.
Como de hábito, o técnico Paulo Jéferson começou
a atividade orientando os jogadores no campo e depois subiu para
as cadeiras do estádio observar o comportamento tático
do time. Segundo ele, ter duas visões diferentes facilita
para a conclusão do seu trabalho. "Isto me traz um beneficio
porque permite uma leitura mais apurada e uma informação
mais rápida para verificar e acertar o posicionamento da
equipe", disse o técnico lembrando que trabalho semelhante
é feito comumente por clubes do interior de São Paulo.
"Isto aconteceu recentemente com o ABC com o técnico
Leandro Campos, que acabou de chegar na equipe".
Com a bola rolando, Carlos Alberto, que volta de suspensão,
formou a linha de três zagueiros com Nivaldo e Thiago, e o
meia-atacante Fabinho apareceu entre os titulares, numa clara demonstração
de que sua estreia finalmente está sendo preparada para domingo.
Mas até ontem, a regularização de jogo do atleta
dependia de uma confirmação.
Outra novidade foi o aproveitamento do atacante Robertinho no meio-de-campo
na contenção das jogadas. No final, Paulo Jéferson
aprovou a movimentação e acredita que o Baraúnas
está praticamente pronto para a estreia no segundo turno.
"Está dentro daquilo que estávamos querendo,
mas sempre falta algo mais. Vamos aproveitar mais esses dias de
treinamento para acertar outros detalhes", disse o treinador,
que está satisfeito com o uso de Robertinho, mesmo que de
forma improvisada.
"É um jogador versátil e inteligente e que dá
uma boa dinâmica de jogo".
Técnico
acerta a marcação e a saída de bola para o
ataque
O Potiguar treinou ontem à tarde, no
campo da Ufersa. O técnico Júnior Xavier aproveitou
a atividade para acertar o posicionamento defensivo e a saída
de bola rápida, principalmente no setor de meio-de-campo.
O treino visa ao jogo de estreia no segundo turno contra o América,
no domingo em Natal.
O lateral-direito Magno ficou de fora dos trabalhos. Ele está
contundido na coxa. Era para ter feito ontem um exame de ultrassonografia
para saber a gravidade do problema, mas não foi possível
porque o médico faltou. Assim, o exame ficou para hoje de
manhã, e as chances dele atuar domingo não são
favoráveis.
Nunes, atleta de base, treinou novamente no lugar de Magno e, caso
o titular não jogue, será Nunes mesmo o substituto,
conforme adiantou Júnior Xavier.
Na atividade de ontem, Júnior orientou o posicionamento das
peças a fim de ter uma marcação eficiente.
Outro ponto que mereceu ênfase foi a saída de bola
rápida principalmente dos jogadores de meio-de-campo para
fazer com que o jogo flua e a bola chegue com mais frequência
no ataque.
Hoje, em dois expedientes, o alvirrubro dá sequência
na preparação com treino de manhã no campo
do Cepe, e a tarde no estádio Nogueirão.
Nogueirão
recebe obras, mas ainda não foi liberado
As
obras emergenciais no estádio Leonardo Nogueira, de acordo
com as novas normas de segurança, já começaram.
Algumas barreiras físicas e grades de proteção
foram construídas na arquibancada e também na parte
onde está situada a geral. Mas, mesmo assim, para voltar
a sediar os jogos do Campeonato Estadual o campo ainda depende da
emissão do laudo técnico do Corpo de Bombeiros.
Para o estádio ser liberado pelo órgão competente
falta apenas um documento de tantos que foram exigidos, no caso
um termo de compromisso da Prefeitura para garantir a sequência
do serviço, já que a Liga Desportiva Mossoroense (LDM)
- entidade que administra o estádio - não dispõe
de condições financeiras para executar. Segundo o
presidente da LDM, Francisco Manoel Filho, o termo de compromisso
deve ser entregue hoje de manhã.
Enquanto isso, o estádio está recebendo as obras emergenciais
por consequência de suas limitações. Por determinação
do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar foram construídos
muros com aproximadamente 1,80m de altura, indicando que parte da
arquibancada se encontra interditada, justamente a área que
não passou por reforma em 2004 e que representa certo risco
em sua parte estrutural.
Ainda por indicação da Polícia Militar, grades
de proteção também foram postas em parte da
geral para impedir o contato das torcidas adversárias, dentro
do estádio, em dia de jogos, diminuindo os riscos de confronto.
Com o serviço realizado, a PM já sinalizou a liberação
do laudo aprovando o estádio para abrigar as partidas com
capacidade reduzida para 4 mil pessoas, faltando agora somente o
do Corpo de Bombeiros, o que deve ocorrer hoje.

Flamengo
encara o Caracas hoje e não quer saber de crise
RIO (AE) - No Flamengo é assim. Clima turbulento até
quando a equipe vai bem dentro de campo. Por isso, o técnico
Andrade refuta qualquer possibilidade de crise no elenco, com as
controvérsias cercando Adriano, e está confiante para
a partida de hoje contra o Caracas, às 21h50 (de Brasília),
no estádio Olímpico, na capital da Venezuela.
"Perdemos um jogo no ano (para o Botafogo) e mesmo assim jogando
melhor. Querem empurrar para o Flamengo uma crise que não
existe", comentou o técnico, antes do embarque para
Caracas, que tem bons números a validar suas palavras.
Desde que retornou ao clube e fez sua reestreia, em 31 de maio do
ano passado, Adriano desfalcou o time em 13 oportunidades, muitas
delas por opção do treinador. Quando isso aconteceu,
o Flamengo nunca perdeu: são nove vitórias e quatro
empates, aproveitamento de 79%. Mas esta será a quarta partida
consecutiva sem o Imperador, maior período de ausência
do atacante.
Sem Adriano, uma vaga abriu-se no setor ofensivo, que tanto pode
ser no ataque ou no meio de campo. Com Vágner Love disponível,
apesar de uma pancada na coxa esquerda, a questão fica sendo
seu parceiro. Andrade não antecipou se vai adiantar Vinícius
Pacheco e lançar Petkovic entre os titulares ou manter Pacheco
no meio, com Bruno Mezenga no ataque. "Ontem (segunda) não
tive o Vágner Love (poupado) no treino. Ainda vou pensar",
comentou o técnico sobre as opções.
Quem está de volta é o meia Kléberson, que
voltou da seleção assim como Adriano, mas não
se meteu em confusão e está bem preparado. Como Willians
cumpre suspensão contra os venezuelanos - depois da expulsão
contra o Universidad Católica - Andrade não terá
que pensar em quem sai. "Jogo de Libertadores é sempre
difícil e qualquer ponto fora de casa é bom. Se for
só um empate, está de bom tamanho. Se conseguirmos
os três pontos, melhor ainda. O negócio é decidir
em casa", disse o goleiro Bruno.
Em
Bogotá, Mano escala time ideal pela primeira vez
São Paulo (AE) - Depois de 14 jogos, Mano Menezes finalmente
vai conseguir colocar em campo em 2010 a equipe que desenhou, ainda
em dezembro do ano passado. Com William e Chicão recuperados
de lesão, e Danilo finalmente pronto para começar
uma partida ao lado de Tcheco, o jogo de hoje contra o Independiente
Medellín terá o time dos sonhos.
A partida é importante e uma vitória deixaria o Corinthians
em situação confortável no Grupo 1 da Libertadores.
"A gente busca fazer um planejamento para ter todos os jogadores
à disposição nas partidas mais importantes
da temporada. Mas esse é só o primeiro ponto. O principal
vem depois, que é comprovar isso em campo com bom futebol
e resultado. É o que precisamos nesse segundo confronto da
Libertadores", disse Mano Menezes, após o treino de
ontem pela manhã em São Paulo.
Como embarcou ao meio-dia para Bogotá, o grupo treinou às
7h30, horário inédito com o treinador. A escalação
será Felipe; Alessandro, Chicão, William e Roberto
Carlos; Ralf (ou Jucilei), Elias, Danilo e Tcheco; Jorge Henrique
e Ronaldo.
A culpa por Mano até hoje não ter conseguido escalar
esta equipe foram as lesões. Quando Danilo estava adquirindo
uma melhor forma física, Ronaldo teve uma lesão muscular
na coxa direita. Ficou afastado algumas semanas, quando o camisa
10 estreou, atuou por três partidas, e também sofreu
um estiramento. Quando o Fenômeno voltou a atuar era o meia
quem estava no departamento médico.
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