Segunda-Feira, 21 de janeiro de 2019

Postado às 10h30 | 11 Jan 2019 | Oncologista alerta para o elevado número de câncer de colo de útero

Crédito da foto: Nobre Comunicação Cancerologista Valdemir Ferreira faz o alerta

O Câncer de Colo de Útero é uma lesão invasiva intrauterina ocasionada principalmente pelo HPV, o papilomavírus humano. A infecção genital por esse vírus é muito frequente. Em alguns casos ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer, onde o grande perigo mora.

De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o número de casos do ano passado ultrapassou os 16 mil. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), apontam que, por ano, mais de 5 mil mulheres morrem com a doença no Brasil. O número assusta e chama atenção, já que com o diagnóstico precoce as chances de cura ultrapassam os 90%. Por isso, O laço do mês de janeiro é o verde piscina, o qual representa a campanha contra o câncer do colo do útero.

"Uma das formas de diagnosticar o câncer de colo de útero precocemente é com a realização dos exames de Papanicolaou periódicos, que podem ser combinados com o exame para o vírus do papiloma humano (HPV)", destacou o médico cancerologista, Dr Valdemir Ferreira.

Estar alerta para quaisquer sinais e sintomas de câncer de colo do útero também podem evitar atrasos desnecessários no diagnóstico da doença. Sangramento vaginal anormal, menstruação mais longa que o período habitual, secreção vaginal incomum, sangramento após a menopausa, sangramento após a relação sexual, ou dor durante a relação sexual são alguns dos sintomas.

"Detectando de forma precoce as chances de sucesso do tratamento são altas, já que impede que as alterações precoces das células do colo do útero se tornem cancerígenas", frisou Valdemir Ferreira.

Infelizmente, 77% das atingidas pela doença são diagnosticadas já em fase avançada. "A falta de informação, assim como o estigma em torno do assunto, dificultam. Quando o diagnóstico é feito tardiamente, a taxa de sobrevida estimada em cinco anos cai de 90% para 16% sem o uso dos avanços da medicina. O tratamento mais comum são cirurgia, radioterapia e quimioterapia", completou o oncologista.

Fonte: Nobre Comunicação

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