Quarta-Feira, 15 de agosto de 2018

Postado às 08h30 | 15 Mai 2018 | Redação Coluna César Santos: pré-candidatura de Flávio Rocha não empolga eleitor

Crédito da foto: Reprodução Pré-candidatura de Flávio Rocha não sai do canto

COLUNA CÉSAR SANTOS - JORNAL DE FATO

A pré-candidatura do empresário Flávio Rocha (PRB) não empolgou até aqui e dificilmente ganhará corpo até as convenções partidárias, que serão realizadas entre o final de julho e início de agosto. Ele aparece com 0,4% de intenção de votos na corrida presidencial, segundo a pesquisa MDA divulgada nesta segunda-feira, 14, pela Confederação Nacional do Transporte.

O todo poderoso do Grupo Riachuelo/Guararapes, teve a pré-candidatura lançada há mais de um mês, quando se filiou ao PRB. Ele iniciou caminhada por todo o país com a bandeira do Movimento Brasil 200 e apoio dos líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), no entanto, não despertou o interesse dos brasileiros. Nem mesmo a imagem de segundo maior empregador do país fez de Flávio Rocha, até aqui, um modelo capaz de atrair o eleitor.

Em pesquisas anteriores, de outros institutos, o filho do caraubense Nevaldo Rocha já havia aparecido em posição sofrível, sem alcançar o primeiro dígito. Inclusive, no próprio Rio Grande do Norte, Rocha não consegue boa performance. Na pesquisa Fiern/Certus ele sequer aparece.

Portanto, o que seria o candidato do PIB brasileiro, tem se apresentado aqui de forma anêmica, sem força para levantar o nome capaz de disputar a sucessão presidencial.

A pesquisa MDA/CNT mostra o ex-presidente Lula (PT) ainda liderando, mesmo condenado e preso por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e inelegível pela Lei da Ficha Limpa. O petista tem 33,4% da intenção de votos.

Quando tira Lula, a corrida presidencial fica concentrada no pelotão de três pré-candidatos: deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ), na liderança com 18,3%; ex-ministra Marina Silva (Rede), em segundo com 11,2%; e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), em terceiro com 9,0%.

Já o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), na quarta posição, aparece quase no limite da margem de erro, com 2,2%. O tucano caiu mais de três pontos em relação ao levantamento de março – eram 8,6%, agora são 5,3%.

O "plano B" do PT, ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é apenas o sexto colocado, com sofríveis 2,3%, atrás do senador Álvaro Dias (Pode), com 3,0%.

Pior ainda é a posição do ex-ministro Henrique Meirelles, nome do MDB, que foi citado apenas por 0,6% dos entrevistados.

O fato é que a corrida pelo Palácio do Planalto não foi alterada, nem dá sinais de que poderá sofrer mudanças profundas. Bolsonaro, Marina e Ciro caminham como personagens de proa.

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