Terça-Feira, 18 de junho de 2019

Postado às 13h15 | 26 Mai 2019 | Redação Governo Fátima Bezerra é aprovado por 55% dos potiguares, revela pesquisa Fiern

A governadora Fátima Bezerra segue em “lua de mel” com os potiguares. Embora o seu governo tenha realizada pouca coisa em cinco meses e sem resposta aos problemas que afetam o RN, como salários atrasados, ela segue em alta com a população potiguar

Crédito da foto: Arquivo Governadora Fátina foi eleita em 2018 com mais de 1 milhão de votos

BLOG DO CÉSAR SANTOS

A governadora Fátima Bezerra (PT) segue em “lua de mel” com os potiguares. Embora o seu governo tenha realizada pouca coisa em cinco meses e sem resposta aos problemas que afetam o Rio Grande do Norte, como o atraso de salários (quatro folhas em aberto), continua com aprovação em alta.

Segundo pesquisa encomendada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte, 55,35% dos potiguares aprovam a gestão estadual.

O índice dos que desaprovam a gestão Fátima ficou em 23,18%.

A Pesquisa Retratos da Sociedade Potiguar 2019, realizada pelo Instituto Consult, alcançou 57 municípios em 12 regiões do Estado, entre os dias 17 e 20 de maio. A margem de erro é de 2,3%.

O índice de aprovação é maior nas regiões Central Cabugi, com 71,7%; Alto Oeste, com 64,3%; e Sertão Apodi, com 62%.

Além disso, a governadora é melhor avaliada pelo público feminino, com 56,8%, na faixa etária até 24 anos – 59,3%, e com nível superior completo – 63,6%.

Apesar de ter obtido apenas 39,24% dos votos válidos em Natal, a aprovação da governadora na capital agora é de 58,2%. Na Grande Natal, a aprovação chega a 49,5%.

Enquanto isso, o pior desempenho da governadora concentra-se em Mossoró, com 42,5%, e no Trairi, com 30,7%.

31,47% dos entrevistados avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 18,11% disseram ser ruim ou péssimo. Nas regiões Central Cabugi/Litoral Norte, Serão Apodi e Alto Oeste a classificação positiva do Governo do Estado ultrapassa os 40 pontos percentuais.

Também foi aferida a confiabilidade na governadora e ela está alta.49,06% dos entrevistados afirmaram confiar na atual gestão estadual, enquanto os que não confiam somam 31,24%. Apenas 19,71% disseram não saber responder.

A expectativa com relação ao futuro da gestão de Fátima Bezerra também está otimista. Para 45,53% dos entrevistados o governo atual será ótimo e bom; enquanto 11,59% responderam acreditar que será ruim e péssimo. Foi perguntado aos entrevistados se eles consideravam a atual gestão melhor, pior ou igual em relação às gestões anteriores. Para 48,94%, a atual gestão é considerada melhor do que as anteriores, enquanto apenas 8,65% acham pior e 33,65% acham ser igual.

 

Avaliação dos principais serviços do governo

Segurança e saúde pública, geração de empregos foram alguns dos pontos avaliados pela pesquisa FIERN/Consult. “Qual o sentimento com a segurança pública?”, “A saúde pública e a geração de irão melhorar ou piorar?” foram alguns dos questionamentos feitos.

Comparando com os últimos seis meses, para 30,59% a sensação é que a segurança pública melhorou; para 52,59% está igual; e para 13,18% está pior.

As expectativas para saúde pública estão positiva para 31,12%, enquanto que para 18,41% vai piorar e para 39,29% será igual.

Sobre como será a geração de emprego durante a gestão Fátima Bezerra, 29% acreditam que vai melhorar, 35,41% acham que permanecerá será igual e 12,82% não souberam dizer.

Para 59,12% dos potiguares, o trabalho desenvolvido pela atual gestão para solucionar o pagamento dos salários atrasados de 2017 e 2018 dos servidores estaduais é ótimo ou bom, enquanto 25,88% consideram o trabalho regular e 7,47% avaliam como ruim e péssimo.

Em pergunta aberta , quando o entrevistado cita respostas espontaneamente, sem catalogação ou indução, foi perguntado sobre os pontos positivos da gestão. Destacaram-se respostas sobre o pagamento dos salários em dia, sobre a existência de um calendário para os pagamentos e os esforços para quitação dos salários atrasados. Quando instados a apontar os pontos negativos, os entrevistados apontaram a falta de investimentos em segurança e a má qualidade da saúde pública.

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