Domingo, 21 de outubro de 2018

Postado às 12h15 | 09 Fev 2018 | Redação Ação do MPRN combate lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas

Crédito da foto: Divulgação Celulares, documentos e dinheiro foram apreendidos na manhã desta sexta

Uma ação conjunta do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e da Polícia Militar para combater a lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (9) em Natal e em São Gonçalo do Amarante, cidade da Grande Natal. Foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, resultando no recolhimento de aparelhos de telefone celular, documentos e ainda dinheiro em espécie no valor de R$ 155.777.

As investigações apontam que os proprietários dos alvos dos mandados estariam auxiliando traficantes de drogas que atuam no Rio Grande do Norte e em Pernambuco a lavar o dinheiro obtido através do crime. Os alvos deixavam que traficantes movimentassem suas contas bancárias. Além do tráfico de drogas e lavagem, os investigados são suspeitos de associação para o tráfico, uso de documento falso e porte ilegal de arma de fogo.

Os mandados em Natal foram cumpridos nos bairros de Ponta Negra, Lagoa Nova e Igapó. A ação é fruto de um trabalho investigativo da Promotoria de Combate à Macrocriminalidade e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do MPRN. O material apreendido vai passar por perícia técnica e deverá servir para novas investigações.

A população potiguar pode ajudar o MPRN a combater crimes em geral. O Gaeco conta com o Disque Denúncia 127, bastando o cidadão ligar gratuitamente para fazer as denúncias. A identidade da fonte será preservada. Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por Whatsapp para o número (84) 98863-4585 ou e-mail para disque.denuncia@mprn.mp.br. Os cidadãos podem encaminhar informações em geral que possam levar à prisão de criminosos, denunciar atos de corrupção e crimes de qualquer natureza. No Whatsapp, são aceitos textos, fotos, áudios e vídeos que possam comprovar as informações oferecidas.

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