|


TOTAL
Grandes
nomes do jazz e da bossa
Natal vai ressuscitar seus velhos festivais
de jazz - sim, eles existiram entre 1993 e 1994, na época
realizado pelo armador Peter Dakowski. A ideia de um novo festival
de jazz é da produtora Juçara Figueiredo, que aprovou
o projeto na Lei Câmara Cascudo e na Djalma Maranhão
e, após um período árduo para captação,
vai estrear em abril o seu I Fest Bossa & Jazz. Nomes locais,
nacionais e internacionais do jazz, bossa e blues estão na
programação do festival, que tem patrocínio
da Oi Futuro através da Lei Câmara Cascudo, e SERHS
Hotel através da Lei Djalma Maranhão.
A data é de 15 a 18 de abril, no Vila Hall da Via Costeira.
Serão quatro shows por noite. A programação
já está praticamente fechada, segundo informou a produtora.
Ei-la: Macaxeira Jazz (RN), Jubileu Filho (RN), Eliana e Joca Costa
(convidada Katarina Gurgel), Mad Dogs e Fabinho Costa (Trompetista
de PE), banda Moby Dick com participação de Simona
Talma, a bossanovista carioca Leny Andrade e Banda (RJ), o saxofonista
Leo Gandelman e Banda (RJ), o baixista Arthur Maia (RJ, ex-banda
Black Rio e Cama de Gato), o guitarrista do 'Jô Onze e Meia'
Tomati (SP), a lendária Blues Etílicos (RJ), Igor
Prado Band (SP), o guitarrista Larry MacCray (Mississipi EUA), o
percussionista Scott Feiner & Pandeiro Jazz (N.York/EUA), o
pianista e intérprete Donny Nichillo (EUA), mais Jefferson
Gonçalves (RJ), gaitista e UpTown Band (PE).
Jubileu Filho é natural de Currais Novos (RN). É compositor,
guitarrista, trompetista, arranjo e produtor musical. Ele já
apresentou com grandes nomes da música brasileira, a exemplo
de Elino Julião, Lenine, Elba Ramalho, Dominguinhos e outros.
Começou sua carreira aos sete anos na banda de música
da sua cidade. Hoje, depois de anos de estudo de cavaquinho, violão
e guitarra, é o responsável pela produção
e arranjos do Perfume de Gardênia, banda no estilo cubano
e caribenho.
O grupo instrumental Macaxeira Jazz formou-se em Natal no ano de
2004 por quatro então estudantes do Curso Técnico
de Música da UFRN. No início, o repertório
baseava-se em temas de Jazz e Bossa Nova, mas se tornou variado
com o passar do tempo, somando ritmos brasileiros como Frevo, Samba
e Baião com o Blues, Funk, Salsa, Bolero e outros, criando
assim um repertório bastante variado, com composições
e arranjos próprios. Formado por Ticiano D'Amore na guitarra,
Henrique Pachêco no baixo, Marco da Costa no piano e Raphael
Bender na bateria, o Macaxeira Jazz apresenta-se como um grupo jovem,
porém bastante refinado. Seus integrantes foram alunos de
grandes instrumentistas potiguares, como Joca Costa, Manoca Barreto
e Júnior Primata.
Em 2008, Diogo Guanabara e Macaxeira Jazz lançaram um DVD
ao vivo que deu projeção internacional ao quarteto.
Entre Setembro e Outubro, realizaram uma turnê pelo Japão,
com shows em Tokyo, Hamamatsu e Yokohama além de realizarem
algumas apresentações na Europa, em cidades da Holanda.
Um dos grandes nomes do evento é o do baixista Arthur Maia,
que é sobrinho do baixista Luizão Maia, com quem aprendeu
as primeiras técnicas no baixo, e de quem herdou a peculiar
sensibilidade que desenvolveu neste instrumento, antes conhecido
por sua limitação, mas que teve a partir de Arthur
uma nova releitura, passando a ser usado por ele como instrumento
não apenas de acompanhamento, mas também de belíssimos
solos.
Arthur Maia iniciou também uma nova reaplicação
do baixo fretless (sem trastes), que o torna freqüentemente
solicitado por artistas brasileiros e estrangeiros. Acompanhou artistas
como Ivan Lins, Luiz Melodia, Márcio Montarroyos, Jorge Benjor,
Gal Costa, Djavan, Gilberto Gil e Ney Matogrosso, além de
gravar com Ana Carolina, Caetano Veloso, Djavan, Fernanda Fróes,
George Benson, Gilberto Gil, Juarez Moreira, Marisa Monte, Mart´nália,
Roberto Carlos, Seu Jorge, Toninho Horta e outros grandes nomes
da música brasileira e internacional.
Volta
de Hebe deixa SBT em segundo lugar no ibope
O programa que marcou o retorno de Hebe Camargo
à TV, após ser diagnosticada com um câncer em
janeiro, deixou o SBT na vice-liderança no horário
na noite da última segunda-feira..
Segundo dados consolidados do ibope, "Hebe" teve média
de 9 pontos de audiência no intervalo em que foi ao ar, entre
23h18 e 1h15. No horário, a Globo liderou com 17 pontos e
a Record ficou em terceiro, com média de 7 pontos.
Cada ponto equivale a cerca de 60 mil residências na Grande
São Paulo.
Em sua volta à programação do SBT, Hebe reuniu
músicos e artistas do SBT e emissoras concorrentes. Na plateia,
estavam nomes como Xuxa, Ana Maria Braga, Marília Gabriela,
Moacir Franco e Roberto Justus, entre outros.
O programa foi ao ar no mesmo dia em que a apresentadora completou
81 anos.
Fãs famosos
A volta de Hebe à TV foi assunto bastante comentado no Twitter
durante a exibição do programa. "Hebe é
mais do que a cara de São Paulo: é um patrimônio
afetivo do Brasil!", escreveu a novelista Glória Perez.
A cantora Sandy comentou a entrevista de Hebe com Roberto Carlos.
"Caramba... Tô emocionada com a Hebe e o Roberto... Aff...",
escreveu.
Danilo Gentili, do "CQC", causou polêmica após
postar uma piada de mau gosto no serviço de microblogs. "Assistam!
O SBT está reprisando agora 'O Retorno da Múmia',
escreveu, sendo chamado de babaca em seguida pelo ator Bruno Gagliasso.
Gentili acabou apagando o comentário pouco tempo depois,
e repostou uma mensagem de Rafinha Bastos, também do "CQC".
"Óia... a patrulha da piada tem celebridades. Essa eu
ñ sabia. Bando de sem 'gracinha'", disse o humorista.

Eu
faria numa boa, diz ex-BBB Angélica sobre ensaio nu
com Cacau
Convidada do programa "Mais Você"
na manhã desta terça-feira (9), a ex-BBB Angélica,
a Morango, disse que não teria problemas em posar nua com
Cacau, sua colega de "BBB10". "Eu faria numa boa",
disse à apresentadora Ana Maria Braga.
Morango disse que já havia comentado com as demais mulheres
do programa sobre ensaios coletivos. "A gente disse que primeiro
posaria sozinha e, depois, faríamos fotos juntas."
Ao rever imagens sobre seu relacionamento com Cacau, Morango disse
que a amiga é "uma fofa", mas que não alimenta
um interesse romântico por ela. "Ela é aquele
tipo de pessoa que a gente quer ter por perto", afirmou.
Sobre os desentendimentos que teve com Marcelo Dourado durante o
confinamento, a ex-BBB diz que o lutador tem qualidades e defeitos,
mas que se fortaleceu ao longo do programa. "Na primeira semana,
se a Josi não tivesse dado o colar [do anjo] pra ele, ele
teria saído e saído bonito. Ele era muito casca grossa."
Família
Pela primeira vez, Morango falou sobre os problemas que enfrenta
no relacionamento com a mãe, com quem não fala há
mais de dois anos. Ela disse que, quando criança, seus pais
se separaram e a mãe levou os filhos para morarem em Santa
Catarina, sem avisar o ex-marido.
"Meu pai foi em programas de TV, entrou em associações
de crianças desaparecidas e nos encontrou dois anos e meio
depois, pela Polícia Federal", contou. "Foi um
trauma muito grande, a gente ficou afastado de toda a família.
Até redescobrir o sentido do que era ter uma família
foi muito difícil."
A ex-BBB diz que não pretende retomar o contato com a mãe
agora que é "famosa". "Eu descobri que amor,
saudade... não posso comprar de você. Eu não
sinto isso por ela. Não vou me aproximar agora para fazer
a boazinha, porque não passou", disse.
|