Sexta-Feira, 08 de May de 2026

Postado às 10h15 | 08 May 2026 | redação Evento teste do novo Teatro Lauro Monte Filho nesta sexta-feira

Crédito da foto: Cedida O teatro foi totalmente repaginado para atender as especificidades do Banco do Nordeste Cultural

Da Redação do Jornal de Fato

Uma pré-estreia para checagem de luz, som e sistema de climatização marca, nesta sexta-feira, 8, a primeira ação no novo Teatro Lauro Monte Filho. Estudantes da rede estadual foram convidados para assistirem às apresentações do espetáculo musical “Choro de Rua”, às 14h, e da peça teatral Manifesto Negro, às 15h.

O teatro foi totalmente repaginado para atender as especificidades do Banco do Nordeste Cultural Mossoró. O equipamento recebeu investimento de aproximadamente R$ 4 milhões e está com capacidade para 426 espectadores. A inauguração oficial está marcada para a próxima quinta-feira, 14, com o show de Roberta Sá em praça pública e apresentação da peça “A Invenção do Nordeste”, do grupo Carmin, para convidados. 

O espetáculo “Choro de Rua” é um duo criado pela flautista italiana Bárbara Piperno e pelo violonista e bandolinista paulistano Marco Ruviaro, para difusão do choro brasileiro na Europa. Desde 2014, a dupla desenvolve um trabalho contínuo de concertos, workshops, rodas de choro, pesquisa e formação de público no exterior. É a primeira apresentação deles em palcos potiguares. No repertório, choros contemporâneos e composições autorais. A apresentação começa às 14h.

O Coletivo Invisível de Teatro sobe ao palco às 15h, com o espetáculo Manifesto Negro.  O grupo potiguar traz um misto de resgate da memória e denúncia do genocídio do povo preto no Brasil. A obra propõe uma reflexão profunda sobre as violências históricas e contemporâneas que atingem corpos negros, revelando as marcas do racismo que atravessam gerações. 

 

Cachaça

Outro evento, dessa vez de resistência, ocupa o Rancho Nordestino, no bairro do Aeroporto. É o 5º Festival da Cachaça de Mossoró, que oferece degustação livre de algumas das melhores marcas potiguares, paraibanas e cearenses. Há também caldos e frutas de tira-gosto e, de tira estresse, atrações musicais com a chancela do Banco do Nordeste Cultural.

Ao meio-dia do sábado, 9, o cearense Alex do Acordeon puxa o fole e a animação com o autêntico forró pé-de-serra. Conhecido por valorizar e resgatar a sonoridade de músicas antigas, o artista também apresenta elementos do piseiro e forró moderno, numa mistura contagiante prevista para durar três horas.

Às 15h, com todo mundo mais pra lá do que pra cá, Koisa Nossa assume o palco do Rancho. O grupo, que já foi “Samba Legal”, mudou de nome depois de descobrir que o nome já estava registrado. Originário de Areia Branca, o Koisa Nossa valoriza a diversidade de ritmos e estilos do samba e do pagode. O repertório do show tem grande sucessos nacionais e também composições próprias.

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