Quando o assunto é a comida mais pedida, a categoria Hambúrguer assumiu a liderança
Da Redação
O iFood apresentou os números atualizados da pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que mostrou a dimensão do Efeito iFood no Rio Grande do Norte e o papel do estado como força relevante na economia do Nordeste. Ao longo de 2025, o ecossistema iFood movimentou R$ 600 milhões no estado. Esse volume passou a responder por 0,49% do PIB potiguar.
A densidade da operação também se reflete no mercado de trabalho, sendo responsável por alavancar e manter mais de 10 mil postos de trabalho diretos e indiretos na cadeia produtiva do estado.
Em escala nacional, no ano em que a plataforma de tecnologia voltada para o delivery completa 15 anos, ela manteve sua trajetória de expansão ao alcançar R$ 167 bilhões em valor transacionado (0,70% do PIB brasileiro) e apoiar a criação de 1,18 milhão de postos de trabalho pelo país.
O mapeamento de consumo do iFood no Rio Grande do Norte revelou um crescimento de 9,8% em pedidos no último ano. O crescimento também se reflete na base de usuários: a média mensal de usuários únicos cresceu 12,9%.
Março foi o melhor mês de 2025, quebrando o padrão de dezembro e novembro observado nos demais estados. A sazonalidade reflete o impacto do Carnaval e de eventos locais no primeiro trimestre, ampliando o consumo de delivery no estado.
Quando o assunto é a comida mais pedida, a categoria Hambúrguer assumiu a liderança do estado em 2025, seguida por Brasileira e Lanches. A virada é notável: Hambúrguer cresceu +19,9% em relação a 2024 e subiu ao topo, enquanto Lanches, que liderava em 2024, recuou e caiu para o terceiro posto. Bebidas e Frangos entraram no top 10 em 2025, categorias que não constavam do ranking do ano anterior.
Confira as 10 categorias com maior volume de pedidos no estado do RN:
- Hambúrguer
- Brasileira
- Lanches
- Pizza
- Italiana
- Marmita
- Açaí
- Bebidas
- Carnes
- Frangos
Delivery deixou de ser apenas uma solução prática
O setor de delivery movimentou R$ 167 bilhões no Brasil em 2025, o que representa cerca de 0,70% do PIB nacional. O serviço de entrega deixou de ser apenas uma comodidade e virou um motor essencial para a economia do país.
O hábito de pedir comida ou produtos por aplicativo está presente na rotina de cerca de 76% a 80% da população urbana. Plataformas como o iFood expandiram sua presença para o interior e para regiões como o Norte e o Nordeste, ajudando pequenos negócios locais a venderem mais sem precisar de um ponto comercial em áreas nobres.
Nos últimos anos, o delivery deixou de ser apenas uma solução prática para momentos de conveniência e passou a ocupar um papel estratégico no cotidiano dos consumidores, nos modelos de negócio e na dinâmica de diversos setores da economia.
A aceleração digital, as novas exigências de consumo e a busca por agilidade transformaram o delivery em um dos principais canais de relacionamento entre marcas e clientes. Mais do que entregar produtos, esse modelo passou a oferecer experiências personalizadas, imediatas e integradas à rotina das pessoas.
Pesquisas revelam que a renda dos entregadores e o crescimento de micro e pequenas empresas fortalecem a economia de milhares de cidades brasileiras.
O CEO do iFood, Diego Barreto, destaca os desafios para as empresas crescerem em um cenário de maior concorrência e de mudanças no comportamento do consumidor. “O crescimento precisa vir a partir, primeiro, de uma experiência que ela tem que ser cada vez mais diferente. Hoje é muito mais fácil ser diferenciado do que era cinco anos atrás. Tem muito mais coisa disponível pra você fazer isso. O seu produto tem que ser diferente. A experiência que você entrega tem que ser diferente. E o segundo elemento é, você precisa construir novos canais.”
A entrada de novos players internacionais, como a chegada da chinesa Keeta, aumenta a competitividade e traz debates sobre taxas e exclusividade para os restaurantes. A Keeta chegou ao Brasil com bilhões em investimento, oferecendo taxas menores, repasse em 7 dias e zero exclusividade.
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