O juiz federal Francisco Eduardo Guimarães, titular da 14ª Vara da Justiça Federal no Rio Grande do Norte, agendou para julho os interrogatórios dos seis réus da Operação Manus, como ficou conhecida a denúncia de suposta lavagem de dinheiro e organização criminosa, envolvendo os réus os ex-presidentes da Câmara dos Deputados Henrique Alves e Eduardo Cunha, José Adelmário Pinheiro Filho, Carlos Frederico Batista da Silva, Fernando Luís Aires da Cunha Santos Reis e Arturo Silveira Dias de Arruda Câmara.
No dia 4 de julho, às 9h, na Justiça Federal, em Natal, serão ouvidos Fernando Luís Aires da Cunha Santos Reis e Carlos Frederico Queiroz Batista da Silva.
No dia 5 de julho, às 9h, serão ouvidos José Adelmário Pinheiro e Arturo Silveira Dias de Arruda Câmara.
No dia 9 de julho, será a vez de Henrique Alves.
E no dia 13 de julho o interrogatório será de Eduardo Cunha.
Guimarães negou o pedido da defesa de Eduardo Cunha para que ele viesse a Natal para prestar depoimento. O interrogatório será feito por videoconferência, já que o réu se encontra preso em Curitiba.
Antes dos interrogatórios, o magistrado ainda fará as últimas oitivas de testemunhas de defesa, marcada para o dia 13 de junho, às 9h, quando estarão Aldo Eden Casso Stam, Affonso Florence e José Nobre Guimarães; os três arrolados pela defesa de Henrique Eduardo Alves.
A Operação Manus foi detonada no dia 6 de junho de 2017, quando Henrique Alves foi preso pela Polícia Federal em Natal. O ex-deputado passou 11 meses preso na Academia de Polícia Militar do RN e hoje cumpre prisão domiciliar.
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