Quinta-Feira, 19 de March de 2026

Postado às 09h15 | 14 Aug 2025 | redação Governo Federal vai criar novos cargos em universidades, anuncia ministro

Crédito da foto: Assessoria MEC Ministro Camilo Santana entrevistado no programa Bom Dia, Ministro

Da Redação do Jornal de Fato

O ministro da Educação, Camilo Santana, revelou nesta quarta-feira, 13, que o Governo Federal vai propor em breve a abertura de novos cargos em universidades e institutos federais. O presidente Lula deve encaminhar um projeto de lei para o Congresso Nacional que autoriza a abertura de novas vagas. A partir da aprovação, as universidades vão estar permitidas a fazer os concursos públicos.

Camilo, entrevistado do programa Bom Dia, Ministro, também destacou a construção de 100 novos Institutos Federais em todo o Brasil. São 10 novos campi em universidades. “É fundamental a ampliação de pessoal, tanto de professores como de ensino técnico”, disse.

PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

Segundo Santana, a construção dos novos institutos atende a um anseio dos estudantes do ensino médio. “Em 2023, quando fizemos uma consulta para as mudanças do ensino médio, 85% dos alunos responderam que gostariam de ter o ensino médio vinculado ao ensino técnico”, registrou o ministro.

 

VOCAÇÕES

O ministro disse que as políticas precisam ser voltadas para as necessidades e vocações da educação brasileira. “Pela primeira vez, temos uma política nacional de educação técnico-profissionalizante aprovada por lei pelo Congresso. Temos uma política, uma estratégia, uma rede importante federal e estadual, toda articulada”, destacou.

 

PROPAG

Camilo tratou ainda do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), que prevê a revisão de termos das dívidas de estados e do Distrito Federal com a União. Grande parte do que deixará de ser pago pelos estados e DF à União deverá ser compensado com investimentos na educação.

“Os estados vão ter que investir 60% do montante em educação. Nossa proposta nos próximos cinco anos, a partir desse programa, é que a gente possa mais do que dobrar o número de alunos do ensino técnico-profissionalizante. Vão ser bilhões de reais que os estados deixarão de pagar à União e, em contrapartida, vão ampliar o ensino técnico médio”.

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