Sábado, 04 de julho de 2026

Postado às 00h00 | 04 jul 2026 | redação Fátima Bezerra: 'Nosso governo tem uma marca muito forte: a honestidade'

Fátima Bezerra fez balanço do volume bilionário de recursos investidos em obras de infraestrutura hídrica e rodoviária na região de Mossoró. Destaca a chegada das águas do São Francisco e a duplicação da BR-304, classificadas como obras históricas

Crédito da foto: Carlos Costa Governadora Fátima Bezerra no Cafezinho com César Santos

Por César Santos / Jornal de Fato

A governadora Fátima Bezerra (PT) imprimiu um ritmo forte nos últimos dois dias, com uma agenda intensa iniciada na quinta-feira, 2, com a inauguração, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Túnel de Major Sales, no Alto Oeste potiguar. Depois, desembarcou em Mossoró para visitar obras e anunciar ações do governo.

No intervalo da correria administrativa, a governadora tomou o “Cafezinho com César Santos” na sala do presidente da CDL, Damásio Medeiros. Minutos antes, havia anunciado o Complexo Empresarial de Mossoró.

Na entrevista, Fátima Bezerra fez um balanço do volume bilionário de recursos investidos em obras de infraestrutura hídrica e rodoviária na região de Mossoró. Destacou a chegada das águas do rio São Francisco e a duplicação da BR-304, classificadas como obras históricas que marcarão o seu governo para sempre.

As eleições 2026 não poderiam ficar de fora do Cafezinho e a governadora apresentou as impressões sobre o projeto eleitoral do chamado time Lula do RN. “Vamos eleger Cadu governador, pode ter certeza, e levaremos Samanda Alves ao Senado da República.

Confira a entrevista:

Estamos entrando no último semestre de uma gestão de oito anos. É possível fazer, de forma concreta, um balanço do que representaram esses oito anos do governo Fátima Bezerra?

Olha, César, o primeiro balanço que faço é o de um governo pautado pela seriedade, pela integridade e pelo diálogo franco, transparente e responsável com todos os segmentos da sociedade. Nosso governo tem uma marca muito forte: a honestidade. É um governo que prima pelo zelo e pela ética, tanto na aplicação dos recursos públicos quanto na gestão do patrimônio público. Estamos concluindo essa gestão, graças a Deus, sem nenhum escândalo. A Polícia Federal nunca bateu à porta do nosso governo por qualquer irregularidade. Digo isso porque considero que essa é uma obrigação de quem exerce um cargo público. Infelizmente, nem sempre é isso que vemos acontecer. Para mim, espírito público, integridade, decência e dedicação ao povo do Rio Grande do Norte são princípios inegociáveis.

A senhora coloca essa questão da ética como primordial no debate eleitoral que está prestes a começar?

Tem que ser um tema naturalmente presente. Afinal, o mínimo que se exige dos agentes públicos é honestidade, ética, decência, espírito público e compromisso de fazer política para servir ao povo e à coletividade. Esse é um debate que estará presente tanto no contexto eleitoral quanto fora dele. Em período de eleições, evidentemente, ganha ainda mais força, porque é um critério essencial que deve ser considerado na hora de escolher quem vai representar a população no Legislativo estadual, no Legislativo federal, no Executivo estadual e no Executivo nacional. É um aspecto que precisa ser levado muito a sério.

 

Governadora, a política de Recursos Hídricos é uma das marcas do seu governo, com a Barragem de Oiticica, a chegada das águas do São Francisco pela Bacia Piranhas-Açu e, agora, pelo Ramal do Apodi. Como a senhora vê a vida futura do cidadão potiguar?

Durante a agenda com o presidente Lula, vivemos um dia histórico para o Rio Grande do Norte com a entrega do Túnel Major Sales. Na ocasião, fizemos uma prestação de contas e mostramos que, ao longo desses oito anos, somente na área de Recursos Hídricos foram investidos cerca de R$ 6,8 bilhões, a maior parte proveniente do Governo Federal. Também houve investimentos importantes da Caern ao longo desse período. Aqui mesmo em Mossoró, por exemplo, acabamos de investir mais de R$ 100 milhões na nova adutora. Esses recursos foram destinados à construção de adutoras, barragens, perfuração de poços, instalação de dessalinizadores e aos grandes projetos estruturantes para o Rio Grande do Norte, sobretudo aqueles voltados à infraestrutura e à segurança hídrica para as gerações presentes e futuras, como o Projeto de Integração das Bacias do São Francisco. Quero compartilhar com você e com todos que nos acompanham que este 2 de julho foi um dos dias mais felizes da minha vida. Tive a oportunidade de agradecer ao povo do Rio Grande do Norte, que me elegeu governadora e depois me reelegeu, além de ter contribuído para trazer o presidente Lula de volta. Juntos, entregamos o Túnel Major Sales, uma obra de mais de R$ 1,5 bilhão.

É uma obra histórica...

Eu sempre digo: essa obra não pode ser medida apenas pelo valor financeiro investido. O verdadeiro valor dela é humano e social. Ela é fundamental para garantir o funcionamento do Ramal do Apodi. Na verdade, o túnel integra o Ramal Alto Oeste. Sem ele, o Ramal do Apodi não teria funcionalidade. Agora, com a entrega do túnel, concluímos o último eixo da integração das águas do São Francisco no Rio Grande do Norte. Primeiro veio a integração com a Bacia Piranhas-Açu; depois, a Adutora do Seridó; temos também a Adutora do Agreste em execução; e agora a integração com a Bacia Apodi-Mossoró, que, por sua vez, conecta-se à Adutora Apodi-Mossoró, cuja celebração aconteceu justamente neste dia 3. Uma feliz coincidência.

 

A senhora acha que o cidadão potiguar tem dimensão da importância dessa obra?

Penso que sim. Primeiro, essa obra representa vida. Representa bem-estar. Água é fundamental. É indispensável para a nossa existência. Mas não apenas para o consumo humano. As águas do São Francisco significam desenvolvimento e oportunidades. Elas têm enorme potencial para gerar riqueza por meio da piscicultura, da agricultura familiar, dos grandes empreendimentos, do turismo e de tantas outras atividades econômicas. Mas o mais importante de tudo é a segurança hídrica.

 

A senhora se emociona ao falar sobre esse momento, por quê?

Vivemos no Semiárido nordestino e sabemos como as estiagens prolongadas afetam a nossa população. Quando resumo tudo isso, costumo dizer ao presidente Lula que esse foi um dia extremamente emblemático para mim. Passa um filme pela minha cabeça. Lembro da menina que nasceu em Nova Palmeira, na Paraíba, em uma época de seca severa, marcada pela fome e pela sede. São lembranças que nunca saem da memória.

O seu governo tem mais de meio bilhão de reais em obras voltadas para Mossoró. Se forem incluídas as obras de toda a região polarizada pelo município, esse valor praticamente dobra ou até triplica. A senhora acha que o mossoroense ainda não reconhece o seu governo como deveria?

Deixe-me lhe dizer uma coisa, César. Antes de tudo, acho muito mais importante ter serviços prestados a Mossoró. É isso que realmente importa. Você sabe do carinho que tenho por esta cidade desde quando fui deputada estadual, deputada federal e senadora. Sempre tive uma relação muito especial com Mossoró e, agora, como governadora, minha maior alegria é poder mostrar o trabalho realizado e continuar entregando resultados. Hoje mesmo celebramos uma iniciativa muito importante. Vamos encaminhar à Assembleia Legislativa um projeto de lei para instituir o Complexo Empresarial de Mossoró, reconhecendo todo o potencial econômico da cidade. Afinal, Mossoró concentra alguns dos maiores ativos naturais do estado: petróleo, gás, sal, fruticultura e energias renováveis. Por isso, elaboramos um projeto consistente, bem planejado, para implantar um complexo empresarial em uma área estratégica, às margens da BR-304, com uma política de incentivos fiscais e tributários entre as mais modernas e atrativas não apenas do Nordeste, mas do Brasil.

 

O complexo empresarial está associado ao conjunto de obras de infraestrutura hídrica e rodoviária a partir de Mossoró?

Esse projeto dialoga diretamente com outro grande investimento que estamos realizando: o maior programa de recuperação de estradas da história recente do Rio Grande do Norte. Quem recuperou a estrada Mossoró-Baraúna? Quem recuperou Mossoró-Governador Dix-sept Rosado? Agora estamos entregando o trecho entre Governador Dix-sept Rosado e Caraúbas, além da ligação até Olho d'Água do Borges. Também recuperamos a estrada de Tibau e, sobretudo, estamos coroando esse conjunto de investimentos com a duplicação da BR-304, sobre a qual podemos falar mais adiante.

 

Mas, governadora, a senhora não responde se a população reconhece o seu trabalho?

Quando me perguntam se o reconhecimento é suficiente, prefiro responder mostrando aquilo que realizamos. Veja a questão da água. Há muito tempo Mossoró sofria — e com razão a população reclamava — com a irregularidade no abastecimento. Hoje está aí a nova estação, está aí a adutora, e a água já começa a chegar às residências. Foram mais de R$ 100 milhões investidos pela Caern apenas nessa obra. Na educação, estamos realizando o maior programa de recuperação das escolas estaduais em Mossoró. Basta olhar o Eliseu Viana. Parece outra escola. E não se trata de qualquer unidade; é uma escola emblemática para a cidade. Mas não foi apenas o Eliseu Viana. Praticamente todas as escolas estaduais de Mossoró passaram por reforma. Além disso, o IERN está com as obras aceleradas e será entregue até o fim deste ano.

A saúde é uma área sensível, que exige prioridade da gestão pública. Mossoró, como cidade polo, enfrenta desafios enormes. O governo da senhora deu a atenção que a saúde exigia?

Permita-me destacar alguns avanços importantes, a partir do Hospital da Polícia Militar, que praticamente estava fechado, foi totalmente recuperado e voltou a funcionar. Também ampliamos e fortalecemos o SAMU em toda a região. Quero destacar a reforma do Hospital Regional Tarcísio Maia. Depois de 37 anos, pela primeira vez aquela unidade passa por uma reforma estrutural de verdade. O Tarcísio Maia é, sem dúvida, o maior patrimônio do SUS para Mossoró e para toda a região Oeste. Por isso, tenho enorme satisfação em entregar essa obra. E tudo isso se soma ao Hospital da Mulher. Sempre faço questão de reconhecer que a então governadora Rosalba Ciarlini conseguiu o financiamento, por meio do Governo Cidadão, e definiu que parte desses recursos seria destinada à construção do Hospital da Mulher.

 

Em relação à infraestrutura rodoviária, não há obra maior do que a duplicação da BR-304. Como foi possível tirar do papel uma luta de décadas, onde a senhora percebeu que a oportunidade era agora?

Juntamente com a transposição das águas do São Francisco, a duplicação da BR-304 é um dos maiores investimentos que conseguimos incluir no PAC do Governo Federal para o Rio Grande do Norte. Lutei muito por essa obra. Teimei, insisti, briguei, porque eu não podia perder a oportunidade de estar governadora do Rio Grande do Norte e, ao lado do presidente Lula, viabilizar um empreendimento dessa importância. Vocês sabem que essa obra não se viabiliza por meio de pedágio. O que sempre me moveu foi garantir que ela acontecesse, primeiro pelo seu caráter humano, porque representa segurança viária e proteção à vida. Depois, porque esse corredor duplicado vai impulsionar ainda mais o desenvolvimento de Mossoró, de toda essa região e do Rio Grande do Norte. Durante muito tempo pareceu um sonho impossível. Mas graças a Deus, esse sonho se tornou realidade. Não é mais promessa; é uma obra em andamento, em ritmo acelerado. Tenho convicção de que a transposição das águas do São Francisco e a duplicação da BR-304 estarão entre os maiores legados que deixarei para o povo do Rio Grande do Norte, beneficiando as gerações presentes e futuras e, de maneira muito especial, Mossoró e toda a região Oeste.

Em uma década, a senhora é a segunda mulher que teve as forças políticas do Rio Grande do Norte reunidas para impedir uma candidatura. O mesmo ocorreu em 2014, quando esse grupo inviabilizou a candidatura à reeleição da então governadora Rosalba Ciarlini, e agora voltou a se unir para impedir a candidatura da senhora ao Senado. Qual a resposta que a política e a mulher podem dar ao eleitor diante desse tipo de comportamento, que ainda persiste na política do RN?

De fato, vocês acompanham a política e sabem que houve um movimento articulado por parte das elites políticas do estado para criar dificuldades e impedir que eu colocasse meu nome à disposição para disputar o Senado. E vou dizer isso não com soberba nem com arrogância, porque vocês me conhecem e sabem que isso não faz parte do meu estilo. A razão era muito clara: eles sabiam que minha candidatura era extremamente competitiva. Muito competitiva. E uma daquelas duas vagas seria nossa. Como respondo a isso? Primeiro, digo que essa é uma página virada. O povo do Rio Grande do Norte fará o julgamento no momento oportuno. Estou cada vez mais motivada e confiante de que o Rio Grande do Norte não vai retroceder e de que o Brasil também não vai retroceder.

 

Qual é a missão agora?

Sem descuidar da gestão, estou totalmente dedicada para que o time do presidente Lula saia vitorioso aqui no Rio Grande do Norte, começando por levar Cadu Xavier ao segundo turno e, se Deus quiser, à vitória nessas eleições. Também temos a disputa para o Senado. A nossa candidata ao Senado, Samanda Alves, todos sabem, tem uma ligação muito forte comigo. Trabalha ao meu lado há bastante tempo. É uma pessoa íntegra, representa a renovação, mas uma renovação com sabedoria, maturidade política, espírito público e compromisso com a ética. Aliás, Samanda é aqui de Mossoró. A cidade tem uma grande oportunidade de eleger uma mossoroense para o Senado da República. Estou muito animada com o crescimento da candidatura dela. Ainda há muito caminho pela frente e muito espaço para crescer. Temos também a candidatura de Rafael, do PDT, que já foi deputado federal, vereador e está igualmente na disputa.

A senhora se mostra muito empolgada com a candidatura de Cadu, que aparece atrás dos adversários nas pesquisas eleitorais. Há motivo para acreditar?

A candidatura de Cadu, posso lhe dizer, sem nenhuma dúvida, que a cada dia fico mais animada. É impressionante como o nome dele vem crescendo. Hoje mesmo, mais uma vez, cheguei a Mossoró e achei muito interessante ver as pessoas perguntando: "Governadora, cadê Cadu?". Ou seja, o nome dele começa a ultrapassar a bolha política e passa a alcançar a população de maneira muito mais ampla. Isso mostra uma perspectiva muito concreta: o voto lulista está começando a migrar para o lugar que considero o correto. E o lugar do voto lulista, no Rio Grande do Norte, é ao lado do time do presidente Lula, começando exatamente por Cadu Xavier, candidato ao Governo do Estado. E vocês acompanharam a visita do presidente Lula. Viram o carinho com que ele tratou Cadu e Samanda. O que foi que você achou?

Eu sou o repórter, governadora. (risos)

 

Deixe-me insistir um pouco nessa questão do movimento que impediu a sua candidatura ao Senado. O vice-governador Walter Alves continua afirmando que não assumiu o Governo por causa da situação fiscal do Estado, embora isso não justificasse, necessariamente, um rompimento político. O que ainda falta ser dito sobre esse episódio?

Olha, César, sinceramente, acho que essa é uma desculpa. Walter era vice-governador e, pela legislação, tinha o direito de disputar a reeleição. Inclusive, contava com o apoio do presidente Lula. Ele sabe disso. Depois da eleição, disse que não queria mais ser candidato, mas que permaneceria no Governo porque pretendia fortalecer o MDB no estado. Disse também que continuaria conosco, apoiando a candidatura de Cadu e todo o nosso bloco político. De uma hora para outra, porém, mudou de posição. Primeiro afirmou que não seria candidato, mas que assumiria o Governo e permaneceria ao nosso lado. Depois disse que não assumiria mais. E não apenas isso. Também anunciou que apoiaria o candidato adversário. Sinceramente, não há muito mais o que dizer. O povo acompanhou tudo o que aconteceu e fará sua avaliação no momento certo.

Governadora, nesta semana a federação PSDB/Cidadania mudou de presidente. Saiu Ezequiel Ferreira de Souza, que segue apoiando o governo, e entrou Fábio Dantas, esposo da deputada estadual Cristiane Dantas, da oposição. A senhora continua dialogando com o PSDB e ainda aguarda um eventual apoio à candidatura de Cadu Xavier?

Olha, nós continuamos dialogando, sim. O Cidadania já decidiu que estará conosco, independentemente da posição que venha a ser adotada pelo PSDB. Essa é uma decisão já tomada pelo partido. Em relação ao PSDB, reitero tudo o que temos dito. Claro que gostaríamos muito de contar com o apoio do partido, principalmente levando em consideração a liderança do deputado Ezequiel Ferreira de Souza, com quem construímos uma parceria muito importante ao longo desses oito anos. Primeiro, uma parceria no plano institucional. Durante todo esse período, Ezequiel esteve ao nosso lado na condução de pautas importantes para o Rio Grande do Norte. Além disso, também construímos uma parceria política. Portanto, seguimos dialogando e esperamos que o PSDB possa caminhar conosco. Aliás, várias lideranças e parlamentares do partido já manifestaram apoio ao nosso projeto. Agora, naturalmente, precisamos respeitar o tempo do deputado Ezequiel.

 

O PT abriu diálogo com o Psol essa semana com a possibilidade de aliança, embora o partido tenha um pré-candidato a governador, que é o professor Robério Paulino. A senhora acredita nessa aliança?

Estamos conversando com o PSOL. Vocês acompanharam esse movimento. O PSOL é um partido importante, ideologicamente muito próximo do PT. Tanto é que, no plano nacional, não terá candidatura própria à Presidência da República e apoiará o presidente Lula. Aqui no Rio Grande do Norte tivemos recentemente uma conversa muito produtiva com as lideranças do partido. Temos enorme respeito pelo ex-deputado Sandro Pimentel, pelo ex-vereador Robério Paulino e por todas as lideranças do PSOL. As conversas estão bastante avançadas e há uma boa perspectiva de caminharmos juntos já no primeiro turno.

Só para concluir: o prazo para a definição do PSDB é o mesmo prazo para o anúncio do vice de Cadu Xavier ou já existe uma data prevista para essa definição?

Existe, sim. Nossa convenção acontecerá até o fim deste mês e, consequentemente, até lá essa definição estará concluída.

 

O nome já está escolhido?

Nós estamos trabalhando com algumas alternativas que vêm sendo cuidadosamente avaliadas. Evidentemente, a convenção representa o prazo final para essa definição. Quero aproveitar para dizer uma coisa. Vocês acompanharam a gravação que o presidente Lula fez para Cadu Xavier e Samanda durante a agenda que cumpriu aqui no Rio Grande do Norte? O carinho com que ele se dirigiu aos dois, reconhecendo o espírito público, a capacidade e o potencial de cada um, afirmando o quanto poderão contribuir para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, seja Cadu como futuro governador, seja Samanda como futura senadora, representa, para mim, uma demonstração clara, inequívoca e incontestável da prioridade que o PT nacional e o presidente Lula estão dando à campanha de Cadu Xavier e Samanda Alves no Rio Grande do Norte. Isso é algo muito significativo.

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